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JOHNSON’S® reinventa canção popular para ensinar crianças a lavar as mãos

Campanha terá conteúdo educacional e doação de sabonetes para milhares de crianças e famílias ligadas a projetos do UNICEF no Brasil
JOHNSON’S® convidou um antigo conhecido das crianças para ensiná-las a lavar as mãos direitinho e se proteger de doenças. O famoso sapo que não lavava o pé aprendeu a lavar as mãos e agora vai passar suas dicas para a frente.
A campanha é a segunda parte do movimento #PurezaQueInspiraOBem, que em 2019, no Dia das Mães, engajou pais e cuidadores em uma ação que angariou mais de R﹩ 1 milhão para ONGs de cuidado e proteção infantil.
Durante o movimento #PurezaQueInspiraOBem, o desafio agora é que cada criança lave as mãos cantando a música duas vezes, seguindo a letra: “O sapo lavou a mão, com água e muito sabão, criança com a mão limpinha não vai pegar bichinho não, Bichinho não”. A nova melodia vai ensinar os movimentos adequados para higienizar as mãos no tempo suficiente para completar a limpeza: lavam-se palmas, costas das mãos, unhas, dedinhos e punhos. A música ficará disponível nas redes sociais da marca e em canais de streaming como YouTube e Spotify pelo perfil JOHNSON´S®, além de rádios de todo o país.
A campanha também vai doar sabonetes JOHNSON’S® para que o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) os destine a milhares de crianças e famílias em situação de vulnerabilidade. Com apoio de organizações locais, serão distribuídos sabonetes a famílias vulneráveis em favelas e periferias de Fortaleza, Rio de Janeiro e São Paulo. A doação acontecerá nos meses de abril e maio.
“A missão de JOHNSON’S® é criar um mundo em que todas as crianças possam se desenvolver e prosperar. Com uma nova realidade se impondo, decidimos antecipar a campanha e adotar um viés educativo para enfatizar que a higiene e o cuidado nesse momento são muito importantes”, declara Ana Paula Fischer, grouper de Marketing da Johnson & Johnson Consumer Health Brasil.
As ações educativas vão até o Dia das Mães, com a participação de influenciadores digitais como Flávia Calina e Marcos Piangers, que farão uma corrente de conscientização nas redes sociais. O canal no You T ube Meu Bebê , de JOHNSON’S®, também terá conteúdo educativo exclusivo.
Esta segunda fase tem a criação da agência R/GA. “Para nós é um privilégio enorme e um orgulho poder ajudar na volta do movimento #PurezaQueInspiraoBem, que neste ano tornou-se mais importante ainda e especial” afirma o vice-presidente da R/GA, Marcio Oliveira.
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Cesan aposta em expressão popular e marketing digital para impulsionar uso de aplicativo em campanha de parcelamento

A transformação digital avança a passos largos na prestação de serviços públicos essenciais, e a Cesan (Companhia Espírito-Santense de Saneamento) acaba de lançar sua mais nova campanha de renegociação de débitos para acelerar esse processo. Desenvolvida pela agência Ampla, a iniciativa adota uma jornada com foco na conversão digital, projetada para direcionar consumidores das categorias residencial, comercial e industrial para os canais digitais da concessionária, permitindo a regularização de pendências financeiras com total conveniência.
O grande destaque do projeto de comunicação está em seu posicionamento criativo, que gira em torno do mote “Quem parcela não se aperta”. O conceito foi extraído diretamente de uma expressão popular para dialogar de forma leve, empática e imediata com a realidade do público. Thauana Moreira, head de criação da Ampla-ES, explica a estratégia por trás da linguagem adotada: “Ao utilizar essa abordagem, conseguimos dar máxima visibilidade ao benefício principal da ação – o parcelamento especial em até 100 vezes sem juros -, mostrando que colocar as contas em dia com a Cesan pode ser muito mais simples do que parece.”
A campanha utiliza recursos visuais que se complementam ao discurso institucional. Nos layouts das peças publicitárias, a palavra “par-ce-la” aparece grafada de forma dividida e silábica. De acordo com Bruno Reis, diretor de criação da Ampla, esse recurso atua como um trocadilho visual para reforçar o conceito de flexibilidade e o fôlego financeiro oferecido pela empresa.
A agência estruturou um plano de mídia focado prioritariamente no ecossistema digital. O objetivo central é incentivar o download e a utilização do aplicativo mobile da Cesan, plataforma que foi totalmente atualizada e blindada para garantir a realização de acordos de forma rápida e segura. Para guiar a jornada do usuário até a conversão, todas as peças dão protagonismo absoluto à chamada para ação (Call to Action) “Baixou, parcelou no app Cesan”. “Essa assinatura remete diretamente à sistemática, funcionando como uma ferramenta estratégica para contabilizar tanto os novos downloads do app quanto o volume de quitações de débitos dentro da plataforma”, complementa Bruno Reis.
O território visual da campanha foi planejado para transmitir uma sensação de tranquilidade e alívio, simulando o bem-estar do consumidor ao quitar suas pendências financeiras. As peças trazem fotografias de pessoas em situações leves e cotidianas, abandonando o tom burocrático e austero que geralmente acompanha comunicados de cobrança.
A direção de arte preservou o azul corporativo como a cor dominante para assegurar a identificação imediata da marca Cesan pelo público. Como elemento de modernização e dinamismo, foram inseridas formas circulares e detalhes em tons de rosa como cores complementares, conferindo energia e apelo contemporâneo às composições gráficas e consolidando o aplicativo como o principal ponto de contato entre a empresa e a comunidade.
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Saggezza desenvolve inteligência artificial capaz de reduzir em até 35% os custos de execução no PDV

A retailtech Saggezza traz ao mercado soluções baseadas em inteligência artificial e realidade aumentada que prometem revolucionar o trade marketing e a gestão de redes de franquias. O principal objetivo da empresa é demonstrar como a falta de conformidade entre as diretrizes planejadas pelas matrizes e a execução real nas lojas gera prejuízos severos para franqueados e franqueadores. Para dimensionar o problema, a companhia apoia-se em dados da One Door Retail Solutions, que apontam que falhas operacionais dessa natureza geraram perdas de US$ 125 bilhões apenas no mercado dos Estados Unidos em 2025.
O mesmo levantamento revela os impactos diretos dessas inconsistências na jornada de compra: 49,9% dos consumidores abandonam o estabelecimento quando um produto não está disponível ou sofre com problemas de exposição, enquanto 73,4% manifestam insatisfação imediata com a reputação da marca quando a execução no ponto de venda falha. Renato Paschoal, CEO da Saggezza, resume o gargalo enfrentado pelo setor varejista. “Campanha lançada não é campanha executada e, sem evidências, não há como fazer uma avaliação fidedigna. Hoje, o que existe é muito processo, pouco dado visível e nenhuma leitura do que foi realmente efetivo, refletindo em investimento desperdiçado e perda de vendas.”
Para solucionar esses pontos de fricção, a startup de tecnologia estruturou um sistema de auditoria que utiliza algoritmos de reconhecimento de imagem para validar a instalação de peças de comunicação, apontando desvios e gerando relatórios automatizados por loja. O processo oferece escala às redes por meio de relatórios com comprovação fotográfica geolocalizada e métricas precisas de conformidade. Complementarmente, a plataforma disponibiliza uma ferramenta de realidade aumentada que mapeia as dimensões e a profundidade física do ponto de venda, permitindo que as equipes simulem o posicionamento exato dos materiais de visual merchandising antes da produção.
Outro pilar estratégico destacado pela empresa é a centralização da jornada operacional. Ao contrário de modelos tradicionais de mercado, que dividem a cadeia entre consultorias que entregam apenas dashboards analíticos e transportadoras focadas exclusivamente na logística, a plataforma consolida todas as etapas, cobrindo do briefing inicial ao controle de entrega na ponta. “Somos uma empresa de tecnologia para o varejo que não atua apenas no ambiente digital, mas também na complexidade prática da operação”, complementa o executivo.









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