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Jellyfish adquire brasileira Reamp e reforça empresa líder global de data-driven marketing

Empresa global que integra dados, criatividade e compra de mídia, a Jellyfish acaba de adquirir no Brasil a Reamp, que atua no mercado de marketing programático. Juntas, as operações passam a somar expertises, expandir atuações e consolidar no país o conceito de digital partner, oferecendo suporte às marcas em todos os estágios de maturidade digital. A Jellyfish também chegou recentemente ao México e à Colômbia, com a aquisição da San Pancho, empresa que combina tecnologia e consultoria. É mais um passo de consolidação no continente.
A ambição da Jellyfish é escalar as estratégias hoje desenhadas pela Reamp para clientes como Sanofi, Natura, Movida, Bradesco, BP e 99, agregando soluções e competências inovadoras que permitirão à empresa brasileira estender sua oferta e alcançar novos mercados. A multinacional britânica pretende desenvolver o mercado latino com modelo comercial transparente, implementação de modelos in-house, aceleração da transformação digital das marcas pelo marketing e desenvolvimento de soluções tanto para as marcas brasileiras, quanto para as que querem entrar no país.
A empresa global iniciou suas atividade no país em 2019, com a fusão à tech partner Tradelab. A aquisição da Reamp no Brasil, mercado de alta relevância estratégica global para a Jellyfish, acelera de forma robusta sua presença local e na América Latina. A operação nacional passa a ser a quarta maior do grupo no mundo, atrás apenas da Inglaterra, dos Estados Unidos e da França.
No mundo, a Jellyfish oferece um modelo de negócio estruturado em hubs internacionais por expertises, com mais de 50 capabilities em seis áreas centrais: mídia e comunicação, estratégia e transformação, dados e conhecimento, tecnologia e inovação, criatividade e experiência, além de formação e desenvolvimento. A gigante digital atende marcas globais como eBay, Spotify, Samsung, Aviva Investors e UGG.
“A união com a Reamp é um acerto claro: nos reconhecemos em seus valores, na proximidade com o Google e na qualidade dos serviços prestados. Juntos, nos tornamos agora um parceiro digital, fornecendo o conhecimento, a tecnologia e o trabalho em equipe para apoiar os anunciantes em suas jornadas de transformação digital e ajudá-los a recuperar o controle daquilo que lhes é de direito – os dados”, afirmou Rob Pierre, co-fundador e CEO da Jellyfish. “O Brasil é um país que conseguiu se manter na vanguarda das tendências digitais e nós, da Jellyfish, temos grandes projetos para a América Latina. Por isso, estamos entusiasmados em consolidar a nossa presença na região, que começou em 2019 pela fusão com a Tradelab, e expandi-la em grande velocidade”, completa Pierre.
Presente em 18 países, com 1.400 funcionários e 32 escritórios internacionais, a Jellyfish amplia, a partir de agora, o portfólio de serviços oferecidos pela Reamp ao mercado brasileiro – com nova oferta, que permitirá que clientes atuais e futuros se beneficiem de uma estratégia de negócios digital, multicanal, e principalmente, global. Fundada em Londres no ano de 2005, a Jellyfish se tornou um dos poucos e seletos Google Marketing Partners mundiais. Só nos últimos 24 meses, a empresa abriu dez novos escritórios, se estabelecendo em territórios como Ásia-Pacífico, países nórdicos e Oriente Médio.Com a aquisição, a equipe da Reamp reforça o próprio DNA analítico orientado para tecnologia, mídia e dados, mas agrega novas expertises e passa a proporcionar serviços como SEO, produção de conteúdos, criação e web development, além de elaboração de planejamentos estratégicos de mercado.
“Estamos entusiasmados em levar a nossa expertise a marcas de todo o mundo, além de proporcionar novas oportunidades de desenvolvimento para os nossos clientes, colaboradores e fornecedores. A publicidade brasileira é consagrada pela sua entrega criativa, mas também pela forma obsoleta de fazer negócios. Com isso, encontramos na Jellyfish, que possui a confiança de marcas líderes mundiais e está na vanguarda da economia digital, a oportunidade de trazer ao Brasil uma nova proposta de valor e governança, que o mercado tanto precisa. Agora seremos globais, com 1400 especialistas prontos para ajudar as marcas brasileiras”, destacou David Reck, co-fundador e CEO da Reamp, que passa a responder como Managing Director do Brasil.
A equipe da Reamp passa a compor o time da Jellyfish no Brasil e os sócios permanecem na liderança da equipe brasileira, passando a integrar o quadro de sócios da multinacional e respondendo diretamente a Rob Pierre.
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Trident consolida linha X-Gamers e se posiciona como “Player 2” do público gamer no Brasil

A Trident, marca da Mondelēz International, reforça sua ofensiva estratégica no universo dos esportes eletrônicos e do entretenimento digital. Com o fortalecimento da linha X-Gamers, a marca amplia seu diálogo com a Geração Z através dos sabores Citrus Mix e Acid Berry, consolidando o conceito de que o produto é o aliado ideal tanto para partidas casuais quanto para sessões de alta performance. Sob a nova assinatura “Masca & Faz Sua Play”, a agência LePub São Paulo desenhou uma comunicação que reconhece a pluralidade dos jogadores, do estilo for fun ao try hard.
A estratégia da marca vai além do posicionamento de produto; trata-se de uma inserção cultural que visa combater a pressão do “mundo real”. Ao se colocar como um Player 2, a Trident propõe que mascar a goma auxilia no foco e no controle emocional, seja em competições de elite ou em momentos de socialização analógica. A linha apresenta-se em embalagens de 48,3g no formato garrafa, design pensado especificamente pela praticidade exigida durante o gameplay.
Dentro da segmentação da linha, o Citrus Mix foi associado ao casual gamer, aquele que busca conexão com amigos e entretenimento impulsionado por creators e pelo hype. Já o Acid Berry é direcionado aos jogadores que buscam vitória em longas jornadas competitivas. Para amarrar esses perfis, a campanha Bottle Royale utiliza um trocadilho com o popular gênero battle royale, reforçando a identidade visual e funcional da embalagem.
Samara Barros, gerente de marketing de Trident, explica que a marca busca ser um suporte para os diferentes ritmos de cada usuário. “Todo mundo joga por um motivo diferente; para relaxar, para se distrair, para competir ou até para esquecer um pouco a pressão do dia a dia. Com X-Gamers, a gente quis estar presente nesses momentos de um jeito leve, como um parceiro mesmo, que acompanha e auxilia o ritmo de cada jogador. É mascar e fazer sua play”, afirma a executiva.
Para sustentar esse posicionamento no live marketing e nas plataformas digitais, a Trident também anunciou o patrocínio à Kings League Brazil. A parceria prevê uma série de ativações, transmissões e experiências imersivas que levam o conceito da marca para fora das telas e para dentro das comunidades. Ao integrar-se organicamente ao calendário competitivo e de entretenimento, a marca reafirma sua capacidade de entender o comportamento de uma geração que não vê fronteiras entre o jogo e a vida real.
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Estudo Tensões Culturais 2026 revela brasileiro mergulhado em otimismo defensivo e fadiga de decisão

Em um momento em que a instabilidade deixou de ser um evento esporádico para se tornar uma condição permanente, a Quiddity, consultoria de pesquisa estratégica do ecossistema Untold|, apresentou oficialmente o estudo “Tensões Culturais 2026”. O lançamento, realizado no Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, traçou um diagnóstico minucioso do comportamento do consumidor após ouvir 1.355 pessoas em todo o território nacional. A análise destaca o papel central da Geração Z na reconfiguração das relações de consumo e a urgência de uma nova postura das marcas diante de crises sistêmicas.
A pesquisa aponta que o tradicional otimismo brasileiro, antes utilizado como ferramenta de sobrevivência, já não é capaz de neutralizar a convergência entre emergência climática, disrupção tecnológica e a saturação de informações. Esse cenário gera o que o estudo classifica como information overload, resultando em efeitos cognitivos como a fadiga de decisão. “O brasileiro, historicamente, vive em cenário de instabilidade recorrente. O ambiente nunca foi realmente seguro por muito tempo, e a sociedade aprendeu a viver em alerta. Mas, o que muda agora? Dessa vez, não é apenas o Brasil que vive sob tensão e pela primeira vez não temos um caminho claro a seguir”, contextualiza Rebeca Gharibian, sócia e diretora geral da Quiddity.
Nesse ecossistema de incerteza ampliada, surge o conceito de “otimismo defensivo”. O consumidor, agora mais cético e exausto, busca refúgio em microcomunidades e círculos de confiança restritos. Dentro dessa dinâmica, a Geração Z assume o protagonismo ao impor um pragmatismo que pune a hipocrisia institucional. Para esses jovens, a coerência entre discurso e prática é inegociável, o que torna a reputação das empresas um ativo extremamente volátil e dependente de comportamentos reais, não apenas promessas de marketing.
Everton Schultz, líder do grupo Untold|, reforça que a mudança no sistema de influência é profunda e irreversível. “Entender esse estado de espírito é crucial para qualquer líder de negócio hoje. Marcas e instituições perderam o controle da conversa. Vivemos em um Brasil em tensão, e emerge um novo sistema de influência, com protagonismo nítido da Geração Z”, afirma o executivo.
O estudo conclui que, para serem relevantes em 2026, as marcas precisam atuar como redutoras de atrito na vida do consumidor. Em vez de disputarem atenção por meio do volume, as estratégias vencedoras serão aquelas que oferecerem segurança, clareza e transparência. Em um mercado onde a confiança é a moeda mais valiosa, o desafio das organizações passa a ser a construção de um legado de autenticidade em meio ao ruído permanente.









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