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Jeep® e Globo apresentam segunda temporada do “Expedição Brasil” no Esporte Espetacular

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Projeto de branded content realizado em parceria entre Jeep®, Globo e agência F.biz mostra as aventuras dos repórteres Clayton Conservani e Talitha Morete a bordo dos Jeep Renegade e Compass

Após o sucesso da primeira edição, Jeep® e Globo renovaram a parceria para desenvolvimento do projeto de branded content “Expedição Brasil”. A iniciativa, que conta também com agência F.Biz, busca atrelar as mensagens da marca às aventuras vividas, ao redor do país, pelos repórteres Clayton Conservani e Talitha Morete, reforçando os quatro principais pilares de Jeep®: liberdade, aventura, paixão e autenticidade. No total, a série conta com seis episódios, exibidos aos domingos no ‘Esporte Espetacular’.

O primeiro capítulo da aventura estreou dia 01 de dezembro e a jornada continuará a ser transmitida até 23 de fevereiro. Em cada episódio, a dupla Clayton Conservani e Talitha Morete visita lugares inexplorados do Brasil. Juntos, mostram toda a vivência dessa aventura repleta de emoção e esportes radicais, atrelada a capacidade off-road das versões Trailhawk dos Jeep Renegade e Compass. Na segunda temporada, a equipe visita locais como o Pico das Agulhas Negras (RJ), Cavernas do Petar (SP), Serra das Confusões (PI), Campo Novo do Parecis (MG), Fernando de Noronha (PE) e Chapada Diamantina (BA).

“Para explorar e mostrar os diversos significados do que é o Espírito Jeep, nós revalidamos parcerias com projetos que conectam o público de um jeito autêntico com a marca e o meio ambiente. Ano passado, em parceria com a Globo, realizamos a primeira temporada da “Expedição Brasil” com quatro capítulos e a repercussão foi tão positiva que motivou essa segunda temporada, agora com seis episódios. A nova edição desse projeto de branded content fortalece nossa busca por projetos originais pensados para veiculação na TV, como o documentário “O Mar Transforma”, veiculado no Canal Off, e amplia o nosso posicionamento em compartilhar experiências que personifiquem os pilares da Jeep”, afirma Frederico Battaglia, diretor de Brand Marketing Communication da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina.

Entre as mais diferentes paisagens do solo nacional e sempre a bordo de um Jeep, a dupla divide o que passou ao desbravar cantos remotos do Brasil e compartilha as suas experiências em esportes como escalada, rapel, canoagem e mergulho. Nos episódios já exibidos, Clayton e Talitha, subiram mais de dois mil metros do Pico dos Agulhas Negras localizado na cidade de Itatiaia; entraram na Caverna do Petar situada no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira e aberta apenas para cientistas; conheceram uma gruta com pinturas pré-históricas na Serra das Confusões, região sudoeste do Piauí; e enfrentaram corredeiras de três rios diferentes em um mesmo dia no Campo Novo do Parecis, munícipio do Estado de Mato Grosso.

Ainda com mais duas expedições para serem transmitidas na TV, a corajosa equipe mostrará como foi a viagem em Fernando de Noronha e na Chapada Diamantina. Além de mostrar os desafios de Cleyton e Talitha, a série também expõe a versatilidade do Jeep Compass e Jeep Renegade, que atravessam os mais diversos ambientes com tecnologia produzida direto do Polo Automotivo Jeep – Goiana (PE).

Parte do projeto, um especial no GloboEsporte.com reúne todos os episódios e apresentações completas das funcionalidades do Jeep Renegade e Jeep Compass (https://expedicaobrasil.globoesporte.globo.com/?_ga=2.67539985.1692278165.1578922221-1101678133.1578251996). Dentre os conteúdos exclusivos sobre as características de cada um dos modelos, pequenos vídeos explicam como funcionam o teto solar panorâmico elétrico command view, a tração 4×4 com seletor de terrenos e o sistema Keyless Entry N´Go, que destrava as portas quando a chave está próxima do veículo, no Jeep Renegade. Já para o Jeep Compass, os trechos animados abordam funções como a comutação automática dos faróis, o controle de cruzeiro adaptativo e o monitoramento de ponto cego.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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