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Izabel Barbosa torna-se marca e amplia audiência sobre importância do branding

Depois do sucesso com a criação do Método Brand New, para ajudar a transformar pequenos e médios negócios globalmente por meio da construção de imagem; o Brand Woman, focado em mulheres empreendedoras; e o Vá na direção em que o seu medo cresce, iniciativa para estimular o desenvolvimento pessoal e profissional, a especialista em branding Izabel Barbosa, com vasto expertise em comunicação corporativa, anuncia sua nova marca. A “Izabel Barbosa” nasce para representar diretamente todas as iniciativas e marcas da consultora, em linha com sua visão de futuro e com a tendência de humanização na comunicação.
“A nova marca traduz a transformação que eu quero gerar na vida das pessoas: quero que elas percebam o quanto podem sair da caixa, o quanto são capazes de ir além. Izabel Barbosa está em alinhamento com todas as marcas que já fazem parte do meu portfólio. Uma marca mais próxima, que aponta o início de um novo momento para mim e para minhas audiências, pois sei que quando sentimos que não estamos sozinhos, temos mais força para ir na direção em que o nosso medo cresce”, afirma Izabel.
Com as mentorias do Método Brand New, surgiram demandas de outras audiências que desejavam conhecer e ouvir mais sobre a profissional Izabel e sobre o branding. “Então, faz muito sentido, a partir de agora, fortalecer a marca ao redor do meu nome como porta-voz de todas as minhas iniciativas e mostrar, na prática, o que eu ensino, sobre como uma marca pessoal é capaz de impulsionar todos os seus negócios”, explica. “Izabel Barbosa agora é, oficialmente, uma marca, com uma nova identidade visual, um novo @ e uma nova jornada a seguir”, finaliza.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







