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Ipiranga lança nova campanha de comunicação com foco na experiência do consumidor

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Quando você vai a um posto de combustível, do que precisa? Pode ser um cafezinho antes do trabalho, uma calibragem nos pneus da bicicleta, a compra de um óleo pra moto ou o abastecimento do tanque do carro. São consumidores que vão ao mesmo lugar, mas depois seguem adiante na própria jornada e querem sair completamente satisfeitos.

A nova campanha da Ipiranga utiliza o bom-humor característico da marca para mostrar que os postos da rede são os parceiros ideais para o dia a dia do brasileiro, oferecendo rendimento não só com Ipimax, a linha de combustíveis aditivados, mas também produtos e serviços que ajudam o consumidor e fazem a vida render muito mais.

De acordo com Bárbara Miranda, vice-presidente de marketing e desenvolvimento de negócios da Ipiranga, após a marca se apropriar do call to action da categoria, o “completa pra mim”, a nova campanha aproxima ainda mais a marca do público, com a expressão “Completamente”. “Queremos explorar o que acontece depois da parada no posto Ipiranga, que passa a ser o início de uma nova jornada, onde a vida do cliente se completa”. E acrescenta: “No ano passado, trouxemos a frase mais dita em todos os postos do Brasil e reforçamos a experiência dentro do posto da Ipiranga. Agora, vamos mostrar que a vida fica ‘completamente’ completa depois de uma parada nos postos Ipiranga”, explica Bárbara.

Para estrelar a nova campanha, a Ipiranga escalou um time “aditivado” que personifica a pluralidade e carisma dos brasileiros, além de ter total conexão com a marca. Narcisa Tamborindeguy, que já protagonizou ações anteriores da Ipiranga, como a da linha de combustíveis aditivados Ipimax, volta a brilhar ao lado da cantora sertaneja Lauana Prado e da influencer e ex-jogadora de vôlei Márcia Fu. Completando o time e reforçando o tom de voz próximo e divertido da marca, a Ipiranga também escolheu “Chico, o Vendedor Raiz”, personagem cômico de Francisco Cechin Junior; e os fundadores do PodPah, Igor Cavalari e Thiago Marques, mais conhecidos como Igão e Mítico, respectivamente, parceiros da Ipiranga desde o ano passado. “Para celebrar a proximidade da marca com os brasileiros, reunimos diferentes perfis que já dialogam com a Ipiranga. Assim, falamos com gerações distintas e reforçamos que a Ipiranga é sinônimo de uma jornada completa para o consumidor”, destaca Eduardo Megale, COO da Talent, agência que assina a campanha.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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