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Investimento em marketing aumenta 9,5% em 2022, diz estudo

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Com a redução dos efeitos adversos da crise sanitária, diversos setores da sociedade têm apresentado alguns sinais de recuperação nos últimos meses. E, segundo a Pesquisa Anual de Gastos de CMO, da Gartner, os investimentos globais em marketing aumentaram em 2022 em comparação a 2021 e 2020. O estudo foi realizado em parceria com diretores e líderes de marketing de grandes companhias ao redor do planeta, e o valor investido na área cresceu em 9,5% neste ano, enquanto em 2021 o aumento registrado foi de 6,4%.

Apesar dos números animadores, os investimentos no setor ainda não alcançaram os índices vistos antes da crise sanitária. De acordo com a Gartner, em 2018, por exemplo, as companhias chegaram a investir aproximadamente 11,2% da sua receita total em ações de marketing.

Em 2022, diferentemente dos dois últimos anos, as empresas voltaram a investir cada vez mais em canais offline. De acordo com os dados da pesquisa, 44% dos aportes foram realizados em canais offline, enquanto 56% em canais online.

Dentre as ações que receberam mais apoio nos canais online está a publicidade através das redes sociais que angariou 10,1% dos recursos. Já os eventos de marketing focados na consolidação da marca foram as ações que receberam um maior investimento quando o assunto são os canais offline. O estudo conduzido pela Gartner entrevistou 405 diretores de marketing, e 76% deles trabalham para companhias que possuem uma receita anual superior a US$ 1 bilhão.

 

Identidade visual é o foco

 

De acordo com o designer Ádan Silva Santos, para empresas que ainda estão começando suas atividades, antes de separar um orçamento para a promoção online ou offline da companhia, é necessário investir primeiramente em uma identidade visual. Já que somente assim, a marca poderá permear o imaginário da clientela, colaborando para o reconhecimento da companhia.

“O mercado atual está cada vez mais competitivo e para as empresas se destacarem é necessário que elas sejam notadas pela qualidade de seus serviços/produtos e pelas características visuais que sinalizam e geram identificação, ou atuam na lembrança de que aquele é o mesmo produto ou serviço de alta qualidade já consumido anteriormente”,  aponta o designer.

Outra estratégia bastante utilizada para consolidar uma marca em determinado mercado é o oferecimento de mimos aos consumidores, que poderão testar o serviço e/ou produto de uma empresa gratuitamente ou a um baixo custo. Um exemplo, são as plataformas que disponibilizam bônus de cassino online aos seus usuários, os quais podem aproveitar a promoção para maximizar seu saldo e testar os serviços da operadora ou simplesmente se entreter por algumas horas sem qualquer custo, tendo ainda a chance de sacar os seus ganhos caso sigam as regras previstas.

Em relação à identidade visual, segundo Santos, ela permite que o público possa identificar e reconhecer uma experiência de consumo assim que põe os olhos em uma marca, seja através de uma propaganda na TV, um anúncio numa revista ou um post nas redes sociais. Contudo, o designer ressalta que a identidade visual precisa estar associada a um produto de qualidade, já que ela não opera milagres e nunca fará o consumidor  esquecer uma experiência ruim.

“É válido reforçar que identidade visual não faz milagres. Se o produto ou serviço não tiver qualidade, a retenção será prejudicada. Novos consumidores sempre serão atraídos por conta de uma forte e bem desenvolvida identidade visual, mas esse público não será fiel, não vai falar bem da sua marca, nesse caso afetando um dos meios de divulgação mais valiosos que existem: o boca a boca”, ressalta Santos.

O designer ainda afirma que um ponto importantíssimo ao priorizar uma boa identidade visual nos primeiros momentos de atuação de uma empresa é a longevidade, já que realizar um redesign no futuro pode acabar saindo muito caro, já que além de mudar a logomarca dos seus produtos, uniformes, site, entre outros, a companhia por perder a conexão e confiabilidade do público.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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