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Intelbras está presente no Campeonato Espanhol de Futebol

A Intelbras, indústria brasileira desenvolvedora de tecnologias, está presente na La Liga, a primeira divisão de futebol da Espanha, mais conhecida como Campeonato Espanhol de Futebol. A ação expõe a marca da empresa nas placas virtuais de campo do Real Madrid, para promover e fomentar a Intelbras ao público brasileiro e reforçar o comprometimento da empresa com o esporte, que é paixão nacional. A estratégia, que já contou com duas projeções, acontecerá em mais 16 partidas do time espanhol exibidas no Brasil até maio de 2021.
Segundo Susana Brockveld, Diretora de Marketing da Intelbras, a empresa pretende desenvolver ações de marketing e estreitar ainda mais o relacionamento com seus consumidores e parceiros. “Somos uma empresa que conhece a paixão do povo brasileiro pelo esporte. Essa iniciativa no campeonato Espanhol se soma ao patrocínio, pelo segundo ano consecutivo, da Copa do Brasil, o que demonstra o comprometimento com nosso público em todas as regiões do País”, comenta a executiva.
A La Liga, que já está na sua 90ª edição, é um dos campeonatos de futebol mais importantes e assistidos no mundo. De acordo com a consultoria internacional Nielsen Sports e, com base nos números oficiais preliminares e nas estimativas da empresa, a audiência mundial durante jogos ao vivo na 28ª rodada registrou um crescimento exponencial. A La Liga aumentou seus números de exibição internacional em mais de 48% na primeira rodada após o reinício da competição em 11 de junho, em comparação com a média das 27 jornadas anteriores à suspensão forçada do campeonato devido à pandemia da Covid-19. No Brasil, os jogos da La Liga também estão liderando a audiência entre os canais de TV por assinatura, são transmitidos pelos canais ESPN Brasil e Fox Sports, além de transmissão via internet, para quem assina o ESPN Watch.
“Números tão positivos de audiência são a prova de que nossa ação foi assertiva. Estamos presentes em 98% do território nacional por meio dos nossos parceiros, mas as partidas da Copa do Brasil e da La Liga levam a exposição da marca a ainda mais público; e dessa forma chegamos à casa dos brasileiros que amam o esporte”, finaliza Susana.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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