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Instituto Ayrton Senna apoia edição histórica do McDia Feliz

O McDia Feliz, uma das principais campanhas do Brasil em arrecadação de fundos para causas infantojuvenis, é realizada no país desde 1988 e teve como destaque a edição de 2022, com a arrecadação de R$25,8 milhões. Neste ano, a iniciativa completa 35 anos de impacto social positivo e acontecerá no dia 26 de agosto, com o tíquete do Big Mac no mesmo valor do ano passado, de R$ 18.
O Instituto Ayrton Senna iniciou uma parceria com a campanha em 2018 e, desde o início de sua participação, aumentou as vendas de tíquetes em 83%, alcançando em 2022 a maior arrecadação de recursos da história. Toda a renda arrecadada é revertida para ampliar as oportunidades de jovens por meio da educação.
Com o valor arrecadado no ano passado que foi revertido ao Instituto Ayrton Senna foi possível investir em seis projetos distribuídos pelo Brasil, formando 42 mil educadores e alcançando 2,5 milhões de jovens estudantes de escolas públicas. Ewerton Fulini, Vice-Presidente do Instituto Ayrton Senna, destaca que, enquanto o mundo retoma o ritmo normal, a educação ainda enfrenta grandes desafios e lacunas deixados pelo período de pandemia. “O afastamento do convívio social e escolar trouxe danos à aprendizagem e ao desenvolvimento socioemocional de estudantes e educadores. Os recursos vindos da campanha McDia Feliz nos possibilitam ampliar o alcance de nossos projetos educacionais espalhados pelo país e transformar mais vidas pela Educação”, diz Fulini.
Embaixador Galvão Bueno
Uma das vozes mais icônicas do esporte brasileiro, Galvão Bueno será o embaixador do McDia Feliz 2023. Galvão, com sua voz marcante, foi o elo entre milhões de espectadores e os momentos inesquecíveis de Ayrton Senna nas pistas de corrida. A “parceria” marcou o Brasil e o país parava para assistir as corridas de Fórmula 1 e torcer pelo Ayrton. A voz de Galvão ecoa nas memórias dos admiradores de Senna, e essa união permanece como um tributo eterno ao legado de um dos maiores pilotos de todos os tempos.
Agora, Galvão Bueno e o Instituto Ayrton Senna se unem para promover o McDia Feliz e garantir mais recursos para fazer a diferença na educação brasileira.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
Clique aqui para ver o estudo completo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








