Empresa
Iniciativa da Nestlé ajuda o consumidor a fazer escolhas mais conscientes

Projeto Gôndolas Saudáveis nasceu de uma pesquisa realizada pela companhia sobre a percepção dos consumidores sobre produtos mais saudáveis
O Brasil é atualmente o quarto maior mercado de itens saudáveis no ranking global: cresceu 49% nos últimos cinco anos e movimenta R$ 32 bilhões, segundo dados da consultoria Euromonitor. Os números mostram que as pessoas estão cada vez mais conscientes sobre a importância de hábitos alimentares equilibrados para a saúde. Em linha com esse cenário e com seu propósito de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável, a Nestlé se aliou à MindMiners, empresa especializada em pesquisa de mercado, para entender e se aprofundar nos hábitos e atitudes do consumidor em relação a esse universo de produtos. O levantamento considerou uma amostra de 300 pessoas das regiões Nordeste, Sudeste e Sul.
“Há um entendimento ainda muito frequente de que os produtos saudáveis são somente aqueles diet e light, sem glúten e lactose ou naturais e orgânicos. Mas sabemos que existem outras frentes que vêm crescendo como os produtos com alto índice de proteínas, de origem vegetal e com adição de ingredientes positivos como vitaminas, fibras e minerais e a pesquisa nos trouxe subsídios para entender isso”, ressalta a gerente de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé, Gisele Pavin.
Resultados da pesquisa
Entre os principais achados da pesquisa está a percepção do consumidor sobre o que são produtos com características mais saudáveis. Os mais citados foram itens naturais, orgânicos e sem aditivos, além de produtos com menos açúcar, sódio ou gordura e os 100% integrais. Também figuram na lista ingredientes positivos (vitaminas, minerais, frutas, castanhas e sementes) e produtos com origem vegetal. No ranking por produto, os itens considerados mais saudáveis são aveia, granola, orgânicos, farinhas, grãos e sementes.
A pesquisa também levantou os critérios de compra do consumidor quando se fala em produtos mais saudáveis. Para 71% dos entrevistados, propagandas na Internet chamam a atenção para os produtos, além da compra em feiras de rua (96%) ou hortifrutis (74%). Outro dado interessante mostra que 60% dos entrevistados pesquisam produtos e preços em aplicativos antes de ir à loja e 79% gostam de interagir com suas marcas preferidas pelas redes sociais.
Gôndolas saudáveis
Com base nos dados da pesquisa e um extenso trabalho de análise de portfólio do cliente, a Nestlé criou o projeto Gôndolas Saudáveis. O projeto prevê uma nova organização e distribuição dos produtos nos pontos de venda, a partir de pilares como Complementos e Suplementos, 100% Integrais, Naturais e Orgânicos, Base Vegetal e Zero (este último pilar engloba zero adição de açúcares, lactose e glúten), de acordo com o perfil de cada loja.
“A ideia de criar espaços organizados para os produtos considerados saudáveis surgiu após muitos de nossos parceiros nos questionarem sobre como criar esse espaço nas lojas, exatamente pelo fato de identificarem que o shopper tem dificuldade de identificar e encontrar esses itens nos pontos-de-venda. “Quando organizamos o espaço e levamos em consideração o mix que cada loja oferece e o espaço físico, damos a oportunidade de combinar portfólio diversificado com experiência de compra e, assim, orientar o consumidor no processo de escolha”, explica a gerente nacional de gerenciamento de categoria da Nestlé, Barbara Ribeiro. Um piloto já está em execução na rede Pague Menos, em Nova Odessa (região de Campinas) e deve se expandir para outras praças ao longo de 2020.”
Jornada da Nestlé Brasil
A Nestlé iniciou uma jornada global de renovações e inovações de portfólio, que se intensificou na última década, para atender a novos perfis e oferecer soluções que levem saúde, nutrição e bem-estar ao consumidor. No Brasil, nos últimos cinco anos, investiu mais de R$ 400 milhões em pesquisas e lançamentos de produtos mais saudáveis, além da renovação de itens que já fazem parte do mix da companhia. Desde 2014, foram reduzidas mais de 14 mil toneladas de açúcares, mais de 5 mil toneladas de gorduras saturadas e mais de 300 toneladas de sódio.
Em outra frente, a Nestlé vem investindo de forma consistente em produtos plant-based globalmente. No Brasil, entre 2017 e 2019, foram mais de R$ 15 milhões em portfólio à base vegetal, entre amêndoa, aveia, ervilha e arroz. Os alimentos plant-based constituem parte da alimentação vegana e vegetariana, mas também atendem aos flexitarianos, ou seja, pessoas que seguem uma mudança de comportamento para reduzir o consumo de itens de origem animal, além daqueles que buscam adotar hábitos alimentares e estilos de vida diversificados.
Empresa
Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

Empresa
Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







