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IBM lança campanha de marca para acelerar inovação com clientes e sócios

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A IBM anunciou o lançamento de sua nova plataforma global integrada, “Let’s create” — ‘Vamos criar’ em português –, a iniciativa de marca mais significativa da empresa em mais de uma década. “Let’s create” reflete a visão, estratégia e propósito da IBM de hoje. Reforça o foco da empresa em inovação e colaboração para criar valor de longa duração para clientes e parceiros enquanto os ajuda a lidar com suas questões de negócios mais urgentes.

“‘Let’s create’ é um convite para que os clientes e parceiros criem junto com a IBM, usando nossas tecnologias de nuvem híbrida e inteligência artificial (IA), e nossa experiência em consultoria. Juntos, podemos criar soluções que sejam data-driven e projetadas para automatizar, modernizar, proteger e transformar as organizações em todo o mundo”, disse Jonathan Adashek, Vice-Presidente Senior de Marketing e Comunicações na IBM.

O investimento em marketing multiplataforma global da IBM segue uma das transformações mais significativas nos 110 anos de história da companhia — o recente spin-off do negócio de serviços de infraestrutura gerenciados da IBM, a Kyndryl — colocando-a na vanguarda da nuvem híbrida e IA. “Let’s create” transmite o compromisso da IBM de liderar na inovação, desenvolvimento e aplicação de tecnologias avançadas em nome de parceiros, e o resto do mundo, com criatividade como moeda determinante.

A campanha vai rolar nos próximos meses em três capítulos. O primeiro explica as principais capacidades e a experiência da IBM. O segundo mostrará como a IBM ajuda os clientes a levar suas visões únicas para a vida. O terceiro capítulo terá como foco os “Novos Criadores”, aplicando a tecnologia para criar a transformação que os negócios e o mundo precisam.

Desenvolvido com a agência global da IBM, Ogilvy, o trabalho inicial representa uma nova direção para a IBM. As peças contêm uma edição simples do estúdio de produção e design Imaginary Forces. Swift, a agência da WPP, desenvolveu a estratégia e os conceitos criativos para levar o “Let’s create” à vida em todas as plataformas de mídia sociais.

“‘Let’s Create’ é um convite aberto a todas as mentes criativas visionárias — os desenvolvedores, os tecnólogos, os engenheiros, os líderes de TI — para desencadearem suas imaginações, fazer o inimaginável, e fazê-lo juntos,” disse Liz Taylor, Chief Creative Officer da Ogilvy.

A compra de mídia foi desenvolvida em parceria com a Mindshare e lança hoje na televisão digital, out-of-home, IBM﹒com e canais sociais da IBM.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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