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Ibira ganha obra que alerta para a importância da preservação dos recifes de corais

A obra “Oceano em transformação” ocupará o Parque Ibirapuera, em uma ação promovida pela marca de proteção solar Australian Gold, criada pela artista visual paulistana Beatriz Chachamovits. Entre os dias 11 e 20 de dezembro, a instalação inédita e gratuita, deve chamar a atenção do público para a importância da proteção dos corais, tão essenciais para a preservação da fauna marinha e da vida no planeta.
Chachá, como a artista também é conhecida no circuito das artes, é pesquisadora marinha, e tem os corais como tema recorrente em seu trabalho, buscando retratar e investigar as causas que colocam em risco a vida desses seres marinhos. Para esta ação, a artista construiu com massa de modelar cerca de 300 pequenas esculturas de corais, que estarão dispostas sobre uma camada de areia. A obra apresenta um degradê de transição: inicialmente representa os corais vivos e coloridos, depois em uma fase mais avançada, brancos e doentes. Em uma etapa posterior, é possível ver os corais destroçados na cor castanho escuro. E, em uma etapa final, mortos. O público ainda poderá ter mais informações sobre o assunto no totem explicativo que estará disponível no local.
“Estou há mais de 7 anos nessa pesquisa intensa sobre a situação dos recifes de corais, e percebo o quanto esse problema ainda é desconhecido pela sociedade. Ao saber de todo o trabalho que Australian Gold e a Fundação Boticário realizam, aceitei a parceria na hora! Precisamos cuidar dos nossos corais e de todo o ecossistema afetado”, explica Chachamovits, que também é pesquisadora marinha.
Segurança para Corais
“Oceano em transformação” convida o visitante a se informar sobre os cuidados que devemos ter com a vida marinha. É assinada por Australian Gold, marca de protetores solares pioneira no Brasil a obter o selo Seguro para os Corais (Reef Safe), e referência em produtos que garantem um bronzeado protegido. É sabido que os protetores solares comuns podem gerar efeitos nocivos aos corais, por conta de químicos existentes em suas fórmulas. Quando acumulada no tecido dos corais, ela acelera seu branqueamento, danifica o DNA das espécies, causa deformações e até mesmo sua morte.
“É importante que as marcas se adequem a um mundo em constante transformação, e invistam em produtos e ações que gerem impacto positivo, ajudando as pessoas a consumir de forma mais consciente. Criamos essa intervenção no Parque Ibirapuera com a Chachá para engajar as pessoas na preservação dos corais junto ao Grupo Boticário. Nossa linha de produtos Australian Gold já atende a essa necessidade do consumidor contemporâneo, e acreditamos que a arte pública pode funcionar como um catalisador das mudanças positivas que queremos ajudar a promover junto à sociedade”, explica Cristiane Irigon, diretora de Marketing da unidade de varejo multimarcas do Grupo Boticário.
Corais em degradação
Estima-se que, a cada ano, até 14 mil toneladas de filtro solar sejam levadas para os recifes de corais em todo o mundo. O impacto de alguns dos ingredientes presentes na composição desses cosméticos está sob controvérsia científica porque podem gerar o branqueamento de corais – uma condição que os deixa vulneráveis e impede que obtenham os nutrientes necessários para sobreviver. O ecossistema dos recifes de corais, é uma das maiores vítimas da atividade humana nos oceanos. Em 2016, segundo pesquisa desenvolvida pelo Projeto Coral Vivo, 70% dos recifes do mundo estavam em processo de degradação. No Brasil, pelo menos 50% já estavam ameaçados.
Apesar da controvérsia cientifica em relação a ação dos ingredientes nos corais, pouco se tem confirmado cientificamente se o processo de branqueamento está correlacionado com substâncias químicas.
Neste contexto, pensando em evitar a degradação deste ecossistema a Australian Gold Brasil, marca do Grupo Boticário, lançou a linha Gel Creme, primeira linha nacional de protetores solares que não comprometem integridade dos corais. O lançamento é resultado da parceria com um laboratório de Ecotoxicologia localizado na França, no desenvolvimento de uma metodologia de teste pioneira e inovadora que garante que a formulação completa do protetor solar não branqueie ou agrida os corais, protegendo assim o ecossistema marinho.
O Grupo Boticário tem um longo histórico com a preservação de corais, por meio da Fundação Boticário, com apoio a diversos projetos relacionados a este tema ao longo dos anos. Ao final da exposição, a obra será descartada de forma correta por uma empresa especializada em gestão de resíduos.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







