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Hyundai lança nova campanha publicitária “Por Você”, inspirada no hit dos anos 90

A Hyundai Motor Brasil lança a nova campanha publicitária “A Hyundai é por você”. A peça audiovisual destaca os diferenciais que são oferecidos aos clientes Hyundai e convida o público a conferir o portfólio atualizado da marca, já fortemente estabelecido no mercado nacional com os modelos Hyundai HB20 e Hyundai CRETA, e que desde o ano passado também oferece o modelo 100% elétrico Hyundai IONIQ 5 e o SUV premium de 8 lugares Hyundai PALISADE. Tudo isso sob o embalo de “Por Você”, canção que foi hit no Brasil nos anos 90.
“Uma nova campanha busca fortalecer o conceito de foco no cliente, tão tradicional nas operações da Hyundai no Brasil e no mundo. Queremos dar esta visibilidade aos atributos que a marca entrega ao mercado, para além da já reconhecida qualidade de nossos veículos. Nossa relação com o condutor vai além do momento da venda. Continuamos acompanhando a experiência do consumidor e atendendo suas necessidades durante toda a vida útil do veículo. É assim que foi construído o forte vínculo entre a marca e os brasileiros, e este nosso novo material vem, ao mesmo tempo, celebrar a relação que temos com nossa base de clientes, e convidar o público que ainda não experimentou todas essas vantagens a também entrarem para a família Hyundai”, afirma Cristiano Mineiro, gerente executivo de marketing da Hyundai Motor Brasil.
Na peça publicitária assinada pela INNOCEAN Brasil, a Hyundai destaca que é por seus clientes que 100% dos veículos produzidos em Piracicaba (SP) são testados em pista, para garantir a qualidade máxima de cada veículo Hyundai vendido em todo o País. Também são ressaltadas a garantia de 5 anos sem limite de quilometragem, os serviços de assistência ao condutor disponíveis 24 horas por dia do Hyundai Bluelink, os modelos consagrados em prêmios internacionais como IONIQ 5 e Palisade agora disponíveis também no Brasil, e as inúmeras ofertas que possibilitam, em faixas de preço inferiores, o acesso do cliente a tecnologias e conveniências topo de linha.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








