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Huggies anuncia 50 mães selecionadas para o programa de aceleração “Pequenos Grandes Passos”

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Huggies®, marca da Kimberly-Clark, com solução completa de cuidados infantis, anuncia as 50 mães empreendedoras selecionadas para o programa Pequenos Grandes Passos – Programa de Aceleração Pulse 10 powered by Huggies, em parceria com a B2Mamy, empresa de educação digital que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia.

A iniciativa, que está conectada à estratégia de lançamento de Huggies Supreme Care Fralda Roupinha com tecnologia Xtra-flex, concederá um dos maiores aportes do país em negócio materno – serão R$ 100 mil para a mãe vencedora seguir com o seu empreendedorismo focado em desenvolvimento infantil, com crianças de 0 a 5 anos.

Nesta fase da iniciativa Pequenos Grandes Passos, as 50 mães selecionadas, que têm ideias e projetos nas áreas de educação, brincar, alimentação etc., passam a receber mentoria especializada, com desafios, dicas e tendências para seus negócios. Entre as mentoras, estão Dani Junco, CEO da B2Mamy, Micheli Junco, CTO da B2Mamy, Rafaela Bassetti, CEO da Wishe Capital, Daniela Graicar, CEO do Aladas e fundadora da agência PROS, entre outros nomes.

Dessas 50, serão selecionadas dez empreendedoras, que viverão um preparo intensivo até a final, prevista para 9 de dezembro.

“Ficamos muito contentes por estarmos com uma iniciativa que, de fato, é muito relevante para mães e, consequentemente, para o desenvolvimento de bebês e crianças. E os 50 projetos selecionados estão muito conectados com o propósito de Huggies, que é também o de facilitar essa jornada de cuidados com os pequenos, contribuindo de forma positiva. Além disso, esta segunda etapa é uma fase muito importante do programa, pois será um momento de bastante aprendizado, troca de experiências e conhecimento que impactarão de forma relevante no negócio dessas mães”, afirma Henrique Melo, gerente de marketing de Huggies.

O evento, que revelará o projeto da mãe vencedora, terá transmissão online e ao vivo pelo YouTube da B2Mamy com a participação da apresentadora e também empreendedora Rafa Brites. Durante a cerimônia, haverá uma breve apresentação dos dez projetos finalistas e o anúncio da ganhadora dos R﹩ 100 mil. A banca julgadora é composta por: especialistas do ecossistema de inovação e tecnologia, representantes Huggies e mentores da comunidade B2Mamy.
“É extremamente relevante ter projetos como esse, em parceria com Huggies, que inspiram e aumentam a presença feminina no mercado de venture capital. Fizemos uma pesquisa em parceria com Endeavor e Distrito que mostra que 72,4% das mulheres que passaram por dinâmicas de captação, sofreram assédio moral durante as entrevistas e muitas foram questionadas pelo gênero, se eram ou se pretendiam ser mães, qual era a idade de seus filhos na ocasião, se possuíam homens no quadro societário e, ainda, se seriam capazes de tocar o negócio por conta própria. Isso mostra o quanto ainda precisamos fortalecer as mulheres no mercado, apoiando e investindo em negócios liderados por mães. O caminho é longo, mas temos força para seguir”, conta Dani Junco, CEO da B2Mamy.
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.

Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.

A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.

Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.

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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

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Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.

Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.

A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.

No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.

A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.

A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.

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