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Homem-Aranha na Netflix? plataforma irá exibir filmes logo após cinemas

Netflix e a Sony fecharam um acordo que manterá as próximas produções da Sony Pictures na Netflix depois da exibição nos cinemas. A informação é do Wall Street Journal, que afirma que filmes como Homem-Aranha e Jumanji, chegarão rapidamente na plataforma de streaming. Por enquanto, o acordo não impede a Sony de vender direitos de streaming para outras plataformas.
De acordo com a Variety, o acordo está supostamente definido para durar cinco anos, com início em 2022. Enquanto o New York Times, informou que a Netflix pagará cerca de US $ 1 bilhão à Sony pelo negócio. Vale lembrar, que a Netflix possuía acordo para exibir filmes do Homem-Aranha, antes mesmo do lançamento do Disney+. Enquanto, desde 2006, quem possui os direitos de transmissão da Sony é o canal Starz.
Ainda segundo o Wall Street Jornal, os futuros filmes do Homem-Aranha chegarão à Netflix após suas exibições nos cinemas (não está claro se Homem-Aranha: No Way Home, de Tom Holland está incluído no negócio), junto com outros personagens da Marvel dos quais a Sony ainda detém os direitos, como Venom, de Tom Hardy.
Filmes de estúdios de produtoras da Sony, como a Columbia Pictures, também serão incluídos, como a franquia Jumanji. Além disso, a Netflix também licenciará alguns filmes mais antigos da Sony Pictures.
O relacionamento entre Netflix e Sony se fortaleceu nos últimos anos, com os estúdios concordando com os direitos de streaming para os filmes de animação da Sony, como Homem-Aranha no Aranhaverso.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








