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Heinz lança coleção de roupas exclusivas em collab com Approve

A última moda tem primeiro tomate. Pensando nisso, a Heinz, conhecida por sua linha de ketchup, lança uma coleção com a Approve, marca brasileira de roupas de streetwear. A collab traduz o espírito cool de Heinz com peças que remetem à cor do tomate, principal ingrediente do ketchup, em uma edição limitada para os brand lovers. “Sabem aquele famoso ditado: ‘juntou a fome com a vontade de comer?’, para a Cross Networking unir Heinz e Approve é exatamente isso, potencializar o que as duas marcas têm de melhor. Mais do que uma collab, é um estilo de vida” analisa Tatianna Oliva, sócia e diretora da Cross Networking, uma aceleradora de negócios por meio de parcerias e empresa responsável por idealizar a collab.
A coleção, pensada para oferecer estilo e muito conforto, traz 15 peças entre calças, blusas, camisetas, boné, avental, bandana e até mesmo bolsas, que mesclam a atitude da Approve com a iconicidade da marca Heinz. Toda em vermelho, a linha especial segue a tendência do monocromático, tem uma pegada minimalista e assinaturas discretas, ideal para quem busca estar antenado na última moda.
O vermelho intenso do ketchup Heinz foi o ponto de partida no desenvolvimento das peças monocromáticas, com modelagem e design minimalistas, porém, cheias de personalidade. Nosso time de design criou dois novos logotipos que são os únicos elementos gráficos a estampar os produtos, explorando diferentes texturas e acabamentos.
Para amplificar o lançamento da collab, Heinz lança o desafio #tomatoyourself, idealizado pela Agência Africa, convidando os consumidores a fazerem uma brincadeira nas redes sociais, transformando tomates de verdade nas roupas da coleção. Um squad de influenciadores faz parte da ação, formando um grande desfile virtual com muito estilo.
Para Heinz, a parceria tem um papel estratégico de aproximar ainda mais a marca de seu público e gerar experiências inovadoras. “Heinz é uma marca muito amada e a collab com a Approve reforça o nosso posicionamento de cool brand, permitindo que a gente esteja no dia a dia de nossos lovers em diferentes momentos e ocasiões. A coleção especial e limitada é toda produzida no vermelho de Heinz, dando protagonismo para nosso principal produto, o ketchup. Estamos muito felizes de poder colaborar com uma marca brasileira como a Approve, que oferece um verdadeiro manifesto para uma geração jovem, diversa e única por meio de suas peças”, comemora Cecília Alexandre, Diretora de Marketing da Kraft Heinz.
“Nossa preocupação é e sempre foi desenvolver peças de vestuário e acessórios com qualidade e direcionamento estético exclusivo e, com Heinz, mais uma vez, entregamos ao público uma coleção moderna, com informação de moda e diversidade de produtos”, reforça Guilherme Velloso, Diretor Criativo da Approve.
Além da campanha online, os consumidores também poderão conhecer o lançamento da collab com Approve no evento Taste the Music, que acontece dia 24 de junho no Shopping Iguatemi, em São Paulo e conta com patrocínio da Heinz. Com 6 edições exclusivas em 5 shoppings de São Paulo e Campinas, o evento oferece uma experiência gastronômica e muita música em cabines exclusivas e com o máximo de segurança, e contará com um corner de Heinz e Approve para as pessoas verem ao vivo as peças da coleção e poderem comprar via QRCODE.
Toda a coleção está disponível para compra no site da Approve, a partir do dia 22/06.
FICHA TÉCNICA
Título: Primeiro Tomate & Approve Yourself
Agência: Africa
Anunciante: Heinz
Produto: Ketchup
CCO: Sergio Gordilho
Direção Executiva de Criação: Felipe Cury / Philippe Degen
Creative Director: Gregory Kickow / Felipe Cirino
Associate Creative Director: Douglas Reis / Rafael Carvalho
Criação: Bruno Antunes / Will Santos
Estratégia Digital: Carol Patrocínio
Atendimento: Heloisa Pupim / Letícia Fiaschi / Carolina Svícero
Mídia: Luciana Prado / Victor Berto / Mariana Almeida / Carolina Penteado / Amanda Santana / Luis Fernando Pili
Community Manager: Amanda Porto
Planejamento: Daniel Packness / Henrique Kuniyosi / Lucas Nunes
Aprovação/cliente: Cecília Alexandre / Luana Sá / Israel Morais
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.








