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Heineken lança campanha global que questiona o poder dos algoritmos sobre as relações humanas

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A Heineken apresentou no Brasil a campanha global integrada “Algoritmo”, que estreia no país e será expandida para outros mercados ao longo do próximo ano. A iniciativa propõe uma reflexão sobre a influência crescente dos algoritmos não apenas no consumo de conteúdo, mas também na forma como as pessoas se relacionam, defendendo que sair dos padrões digitais pode gerar conexões mais autênticas e experiências sociais mais significativas.

Segundo Nabil Nasser, global head da marca Heineken, os algoritmos oferecem conveniência, mas também limitam descobertas. “Eles são incrivelmente poderosos, mas têm o potencial de restringir experiências. A Heineken sempre defendeu a expansão do universo social, o encontro com pessoas diferentes e a vivência do inesperado. A campanha ‘Algoritmo’ reflete essa crença ao incentivar as pessoas a irem além dos padrões familiares e abrirem espaço para experiências reais e inéditas”, afirma.

No Brasil, a campanha reforça o posicionamento da marca em relação ao comportamento digital contemporâneo. Para Igor de Castro, diretor de comunicação e branding da Heineken no país, a proposta é provocar o público a repensar hábitos automatizados. “Os algoritmos tornaram nossa vida mais prática, mas também mais previsível. Queremos lembrar que algumas das melhores experiências acontecem justamente quando saímos do automático”, diz.

O filme principal da campanha foi dirigido pelo cineasta Abhinav Pratiman, que utiliza humor e precisão narrativa para retratar diferentes “bolhas sociais” com autenticidade e relevância cultural, evitando estereótipos. A fotografia é assinada por Roman Vasyanov, reconhecido por seu estilo sofisticado, que criou uma identidade visual distinta para cada grupo retratado, reforçando o contraste entre a separação algorítmica e a energia que surge quando essas fronteiras se dissolvem.

Para Bruno Bertelli, CEO global da agência LePub, responsável pela criação da campanha, o conceito vai além da crítica à tecnologia. “É empolgante usar a criatividade para desafiar os próprios sistemas que tentam nos definir. ‘Algoritmo’ celebra a energia que surge quando as pessoas escapam da previsibilidade, misturam mundos e criam conexões que nenhum algoritmo seria capaz de programar”, afirma.

A campanha parte do insight de que os algoritmos foram projetados para reforçar preferências e prever comportamentos, mas hoje extrapolam o ambiente digital e passam a moldar a vida social. Com feeds cada vez mais personalizados, as pessoas tendem a frequentar os mesmos lugares, consumir os mesmos conteúdos e se relacionar com perfis semelhantes, criando um ciclo de previsibilidade que limita novas experiências.

“Algoritmo” dá continuidade à plataforma global Socials Off Socials, que incentiva a desconexão das redes sociais para a reconexão presencial. A nova campanha aprofunda esse debate ao evidenciar como os padrões digitais influenciam diretamente o comportamento social no mundo físico, reforçando o compromisso da marca com a valorização das conexões reais em um cenário cada vez mais mediado por tecnologia.

A narrativa do filme se desenvolve a partir de uma situação fictícia: um estagiário, ao cometer um pequeno erro técnico, acaba armazenando toda a Heineken da festa do escritório dentro da sala de servidores do Vale do Silício. O equívoco desencadeia uma reação em cadeia que rompe a lógica dos algoritmos e mistura grupos sociais que antes permaneciam isolados em suas bolhas digitais.

O resultado é uma série de encontros improváveis entre pessoas de perfis distintos, criando situações de caos, espontaneidade e interação genuína. Com ironia e hipérbole, o filme traduz a mensagem central da campanha: embora os algoritmos consigam prever preferências, eles não são capazes de controlar as conexões humanas na vida real.

Com “Algoritmo”, a Heineken reforça sua estratégia de comunicação baseada em cultura, comportamento e experiências sociais, apostando na criatividade como ferramenta para questionar a previsibilidade digital e incentivar encontros reais, diversos e inesperados.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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