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Grupo HEL lança primeiro Centro de Convenção on-line do país

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Promover novas experiências no segmento de eventos corporativos, em pleno cenário pandêmico, é um dos objetivos do Grupo HEL, que inaugura o primeiro Centro de Convenção On-line do país. Para a estreia, a equipe realizará a premiação Melhores Empresas GPTW Rio de Janeiro 2020, no próximo dia 29/09, às 16h30.

A nova modalidade visa fomentar as grandes feiras e eventos on-line com custo benefício diferenciado. Segundo Fabrício Granito, CEO do Grupo HEL, uma das vantagens é oferecer inúmeras possibilidades através de uma plataforma que poderá ser alugada por empresas conforme suas demandas, minimizando custos para a criação de uma plataforma própria. “Vamos ter espaço para festas de fim de ano, lives e atrações com grandes artistas. Teremos estúdios no Rio e em São Paulo com vasta tecnologia à disposição das corporações”.

A ideia é dar seguimento à qualidade já utilizada nos modelos presenciais para a modalidade virtual. O Centro de Convenção On-line terá mais de 50 salas e capacidade para 30 eventos simultâneos.

“Realizar esta premiação, no momento de pandemia, é um grande desafio para o Grupo HEL. Apenas reforça o nosso papel em apresentar novas formas das empresas se relacionarem”, completa Granito.

Melhores Empresas GPTW Rio 2020

Apesar de ser um ano atípico para as organizações, a área de Recursos Humanos ganhou ainda mais relevância estratégica no cuidado com as pessoas e estímulo aos negócios. Além disso, a preocupação com a saúde mental dos colaboradores também foi uma das abordagens em destaque. Para a Diretora do GPTW Rio, Marina Sobral, as empresas foram grandes direcionadoras das pessoas nesse período, através de orientações, treinamentos com líderes e promovendo segurança.

“Hoje, a nossa metodologia mede confiança, entendemos que o RH precisou se adequar à nova realidade com adaptações referentes à estrutura, processos internos e cultura corporativa. Os gestores passaram a demonstrar uma relação de confiança com os colaboradores que trabalham à distância, medida essencial para a manutenção dos trabalhos”.

Mesmo na quarentena, 55 empresas participam da premiação deste ano. “Essa procura pela aplicação da pesquisa em um cenário de crise, mostra a preocupação em ouvir e entender os funcionários. Colocando em evidência as qualidades dessas instituições”, completa.

Para a premiação GPTW Rio, o Grupo HEL adaptou totalmente o evento, mas sem perder o charme e glamour conhecidos pelo público. A estimativa de participantes é entre 15 e 20 mil pessoas. Haverá o tradicional e aguardado momento da divulgação das premiadas, concurso dinâmico e, também, atração musical ao final que possibilita interação com o participante.

“Nesta premiação, o participante vai conferir a abertura virtual com os diretores do GPTW Rio, palestras e concurso de melhor torcida, através de publicações pelo Instagram com a hashtag oficial #GPTWRIODEJANEIRO e, a finalização com um show interativo da banda Live Karaoke”, comenta Granito.

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Eventos

UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

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Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.

A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.

A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.

A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.

“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.

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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

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A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.

De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.

Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.

Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”

A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.

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