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Grupo CCR e Marcelo Tas se unem para desvendar segredos das cidades paulistas

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O Grupo CCR e o jornalista e influenciador digital Marcelo Tas se aliam a um time de especialistas em big data e em jornalismo de dados e criam uma iniciativa inédita que vai descobrir e revelar histórias e personagens inusitados de dez importantes cidades do Estado de São Paulo, entras as quais Barueri, Osasco, Campinas, Sorocaba e muitas outras.


O Projeto Os Movimentos das Cidades terá a parceria da plataforma de jornalismo de dados Virtù News, que ficará responsável pela construção das narrativas; e da Bites, que colaborou com toda a pesquisa e análise de redes. A iniciativa teve como a primeira cidade-alvo o município de Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo. Comumente conhecida pelo reduto Alphaville, um refúgio para ricos e famosos, a cidade tem também um longo histórico de desenvolvimento e atração de investimentos. Lar de mais de 28 mil companhias, atraídas sobretudo por sua política de incentivos fiscais, Barueri sempre foi um microcosmo dentro de São Paulo.

Com o propósito de estimular um novo olhar e revelar curiosidades, personagens, histórias e informações pouco conhecidas dessas cidades em diversas plataformas digitais, o projeto vai mostrar também como a infraestrutura de mobilidade existente hoje no entorno desses municípios tem papel estratégico na sua formação e na sua relevância socioeconômica.

Capitaneado pela CCR, grupo operador de infraestrutura na América Latina, as informações e dados de todas essas cidades serão apresentadas pelo jornalista e influenciador digital Marcelo Tas. A escolha de Tas como principal nome do projeto foi toda baseada em análise de dados, mesma estratégia usada para revelar as histórias das cidades. De acordo com essa metodologia de investigação, Tas é reconhecido nas cidades paulistas como um jornalista de ampla influência, assim como é tido pelo público como fonte de informações relevantes e pela sólida credibilidade.


Os conteúdos gerados pelo Virtù News serão apresentados em formato de vídeo, podcast, editoriais e nas plataformas digitais do Grupo CCR e de seus parceiros. Além de Barueri, fazem parte desta primeira etapa do projeto histórias e personagens das cidades de Campinas, Sorocaba, Louveira, Osasco, Tatuí, Avaré, Itapeva, Águas da Prata e Bragança Paulista.


Alguns dados preliminares que já são possíveis observar demonstram, por exemplo, como a cidade de Campinas tem papel central na produção científica brasileira. A cidade, que está a 100 quilômetros da capital paulista, é atualmente responsável por 15% da produção científica do país, gerando inovação em diversas frentes por meio de estruturas como o maior acelerador de partículas do Hemisfério Sul, o Sirius – infraestrutura relevante para pesquisa básica não só para o Brasil, mas também para o mundo. Já Sorocaba, outro efervescente polo industrial e tecnológico – também chamada de a Manchester Brasileira –, revelou-se uma das cidades com melhor qualidade de vida no Estado de São Paulo. Essas e outras histórias estarão ganhando o público nos próximos meses.


De acordo com o Diretor de Comunicação, Marketing e Sustentabilidade do Grupo CCR, Tonico Pereira, a iniciativa busca um novo olhar sobre como a mobilidade está integrada à dinâmica das cidades. “Falamos em Movimentos das Cidades porque é isso que entregamos com nossos investimentos em nossas geografias ampliadas: oportunidades, qualidade de vida, geração de renda e muito mais oportunidades. Nossa assinatura como empresa é Viva seu Caminho. Queremos cada vez mais aproximar as pessoas das estórias e suas identidades e culturas “


Para Marcelo Tas, influenciador digital e líder da comunicação do projeto, a iniciativa une as modernas ferramentas de análise de big data e jornalismo de dados, permitindo assim a construção de novas e curiosas narrativas que permitem diferentes percepções sobre cidades que supomos conhecer. “A série trata da história municípios do estado de São Paulo pelo viés da mobilidade e inovação. Estou aprendendo muito sobre as fascinantes e pouco conhecidas origens das cidades que pensava que conhecia. Vamos encarar com bom humor a ignorância que ainda existe sobre o interior de SP e desmistificar os preconceitos. Tenho me surpreendido com alguns dados, por exemplo: Osasco é o 2º PIB do estado com um polo robusto de statups inovadoras já líderes de mercado; e, Louveira- 3º PIB per capita do país, um polo logístico, com taxa alfabetização acima de 90%”, analisa Tas.


Os conteúdos que serão gerados pelo projeto poderão ser acessados e compartilhados pelas seguintes plataformas: os vídeos, no YouTube dos canais da CCR, de Marcelo Tas e do Virtù News; podcasts, no site Nosso Mundo CCR e no spotify do Virtù News; textos, no site do Virtù News.

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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

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A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.

Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.

Dicas para empresas: 

• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.

• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.

• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.

• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.

• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.

• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.

• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.

O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.

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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

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A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.

“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”

Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.

“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”

A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”

Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.

A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.

Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.

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