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Grey anuncia Luciana Rodrigues e Max Geraldo como novos presidentes

Novos executivos chegam com missão de ressignificar o posicionamento global “Famously Effective” para o Brasil em um cenário de transformação
A Grey conclui a restruturação da sua liderança no Brasil e anuncia seus dois novos presidentes: Luciana Rodrigues e Max Geraldo que, além da presidência, acumulam os cargos de CEO e Chief Creative Officer (CCO), respectivamente. Luciana e Max chegam com a missão de ressignificar para o Brasil o posicionamento da Grey Worldwide, “Famously Effective”, em um cenário onde clientes e a relação com seus parceiros de comunicação está em constante transformação. “É um privilégio receber dois talentos excepcionais como Luciana e Max na Grey”, diz Michael Houston, CEO Worldwide Grey. “Nossa operação no Brasil é reconhecida como centro de excelência e criatividade. Estou confiante de que eles irão potencializar nosso crescimento, sucesso e reputação de inovação de sermos ‘Famously Effective’ para nossos clientes.”
Luciana Rodrigues é reconhecida como uma das mais completas executivas do mercado brasileiro de comunicação. Trabalhou nas mais emblemáticas agências de publicidade brasileiras e multinacionais e liderou alguns dos principais grupos de mídia do mundo, sempre focada na inovação. Ela comandou a operação do BuzzFeed Brasil até janeiro de 2020 e, anteriormente, ocupou a vice-presidência de Inovação da Warner Media (TNT, Warner, Space, Cartoon Network, CNN, entre outras) para toda a América Latina.
Max Geraldo é um dos mais premiados criativos de sua geração. Retorna ao Brasil após um período de quatro anos nos Estados Unidos. Ganhador de 63 Leões em Cannes, incluindo o primeiro Grand Prix brasileiro de mobile com “Nivea Protection Ad”, e de inúmeros troféus em todos os maiores festivais da publicidade mundial. Max também participou de cases que transformaram negócios nas últimas duas décadas, como “Pôneis Malditos” para Nissan e “Experimenta” no lançamento da Nova Schin. Nos Estados Unidos integrou a liderança criativa da FCB Chicago, maior escritório da rede no mundo, e trabalhou na We Are Unlimited, agência do Omnicom Group dedicada à conta de McDonald’s. Max também foi líder criativo da Arnold Boston.
O modelo de comando compartilhado promove processos mais ágeis, maior proximidade com os clientes e coloca a inovação e criatividade a serviço de soluções para as marcas. Além da chegada dos novos executivos, fizeram parte da restruturação a promoção de Maria Pirajá para o cargo de Managing Director e Raquel Messias assumindo o posto de Chief Strategy Officer (CSO).
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.









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