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GoPro investe em transformação digital no e-commerce brasileiro

Consolidar um e-commerce de sucesso no Brasil: esse foi o objetivo da GoPro, empresa de câmeras e acessórios, quando mirou a transformação digital de seu site de vendas no país. A marca realizou a integração de sua plataforma de vendas que opera com a VTEX e o Protheus, um dos principais sistemas ERP da Totvs, em parceria com a Digibee – principal iPaaS (Integration Platform as a Service) do mercado que conecta grandes empresas ao mundo digital.
Durante a pandemia, a GoPro notou que era importante se aproximar do consumidor brasileiro. Com o boom de compras onlines, modelo favorito de 64% dos brasileiros, conforme pesquisa da NZN Intelligence, a empresa precisava garantir um tempo de entrega menor, com custos de frete e impostos viáveis ao cliente final.
Para atingir isso, em meio ao lockdown, foi criado o site brasileiro da marca, mas a empresa percebeu que ainda tinha um desafio: a integração entre os sistemas de vendas, pagamentos e de envio e gestão segura da base de clientes. “Em 2020 lançamos o GoProBR.com, e-commerce nacional oficial da GoPro no Brasil, com intuito de aproximar a marca do cliente brasileiro. No começo das operações não havia um sistema que fizesse a integração entre a plataforma de vendas e o ERP, a operação de envio do produto desde a compra até o warehouse era manual. Chegamos a digitar 2 mil pedidos manualmente, dá para acreditar? Estávamos em busca de uma empresa que fizesse o projeto de integração de micro serviços de forma rápida e foi quando conhecemos a Digibee. Já nos primeiros contatos sentimos que a parceria seria de sucesso”, comenta Bruna Rodrigues, gerente de e-commerce da BR Partners da GoPro.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







