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Gillette encerra a campanha Novembro Azul com doação para o A.C. Camargo Câncer Center

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Gillette, marca da P&G, apresenta pelo segundo ano consecutivo seu apoio à campanha Novembro Azul, idealizada pelo Instituto Lado a Lado pela Vida e que completa 10 anos de existência no Brasil em 2021.

Para celebrar esta década de ações de conscientização e prevenção de doenças masculinas, Gillette promoveu diversas ações voltadas para conscientização e informação sobre o câncer de próstata. Entre elas o financiamento de uma pesquisa inédita chamada “10 respostas sobre a saúde do homem” em parceria com o Instituto Lado a Lado pela Vida, uma série de vídeos sobre saúde masculina com o Doutor Drauzio Varella e a campanha #BigodeQueCuida.

Esta corrente positiva engajou celebridades, influenciadores digitais, profissionais da saúde, atletas e consumidores através do bigode, símbolo mundial do Novembro Azul. Foram centenas de posts nas redes sociais de homens e mulheres que aderiram ao bigode, seja através do barbear ou usando o filtro do Instagram desenvolvido por Gillette, como forma de apoio à causa e de chamar a atenção ao assunto.
Para finalizar as iniciativas voltadas para a celebração dos 10 anos de Novembro Azul, Gillette fará uma doação para o A.C.Camargo Cancer Center direcionado para o projeto Carmem, batizado em homenagem a Carmem Annes Dias Prudente, fundadora da Associação Paulista de Combate ao Câncer, atual A.C.Camargo Cancer Center. Carmem foi uma importante ativista no combate ao câncer através de diversas arrecadações de recursos entre os anos 1942 e 1952 ao lado do marido Antonio Prudente.
O programa Camem contempla o acompanhamento de 5000 pacientes oncológicos tratados no A.C.Camargo Cancer Center, contribuindo para a evolução do combate ao câncer. Trata-se de uma metodologia inédita na América do Sul que estuda o perfil epidemiológico genômico, imunológico e clínico de pacientes oncológicos – representativos da diversidade genômica da população brasileira – para mapear riscos associados ao câncer, reposta a terapia e maiores possibilidades de tratamento, tendo como resultado a melhoria da qualidade de vida e as taxas de sobrevivência. Os benefícios esperados são a construção de um banco de dados integrado que gera descobertas que podem contribuir com o diagnóstico e o tratamento do câncer, além do desenvolvimento de produtos que possam ser aplicados aos pacientes.
Apoiando pelo segundo ano consecutivo a campanha Novembro Azul, Gillette espera contribuir para mudar paradigmas e incentivar todos os homens a retomarem o cuidado com a sua saúde física e mental. Acompanhe todas as ações da marca nos canais de @gillette_brasil e faça parte você também deste movimento através da hashtag #BigodeQueCuida.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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