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GhFly reforça time com duas novas contratações

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A GhFly, uma das principais agências independentes de marketing digital da América Latina, segue empenhada em reforçar seu time. A empresa acaba de anunciar duas novas contratações: chegam à equipe Efrain Corleto e Douglas Dantas. Os profissionais vão assumir, respectivamente, os cargos de Director GhFly Latinoamerica e Head de Marketing. Além dos novos integrantes, a companhia também promoveu Thais Furtado, que passa a responder como Diretora de Contas.

Com mais de 13 anos de experiência, Corleto é especialista em nas áreas de growth, marketing digital, performance, branding e CRM. Ainda possui certificações em Google Ads e Analytics. Antes da GhFly, atuou em importantes organizações em mercados internacionais e startups, atendendo marcas, como Harley, Gatorade, Toyota, MiniCooper, Diesel, entre outras. Já Dantas trabalhou por 14 anos na TOTVS, tendo passado por diversos cargos durante esse período. O profissional entrou na empresa como estagiário de Criação e chegou à posição de Coordenador de Marketing Digital.

“Ainda que a pandemia tenha imposto uma série de desafios para o mercado, conseguimos enxergar oportunidades em meio à crise e estamos em um sólido processo de crescimento. Por conta disso, estamos sempre à procura de profissionais de alto gabarito. O Douglas Dantas e o Efrain Corleto são executivos com vasta técnica, vivência e reconhecimento no mercado. Certamente, contribuirão muito com o nosso projeto de expansão”, destaca Bruno Pimentel, Managing Director na GhFly

Outra novidade é a promoção de Thais Furtado. Ex-gerente de Contas, ela assume o cargo de diretora da área. “Com apenas um ano e meio de casa, a Thais já demonstrou capacidade e competência em várias oportunidades. Ela trabalhou com afinco e apresentou ótimos resultados para chegar nessa posição”, conclui Pimentel.

A GhFly faz parte da holding GhFly Network, que também engloba a Adyante, empresa que possui a missão de simplificar o crescimento de organizações de pequeno porte e/ou com pouca maturidade digital.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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