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Gamers Club e Flow Games anunciam o primeiro torneio de Deadlock da América Latina

A Gamers Club e Flow Games, canal do Grupo Flow, ecossistema de mídia digital, anunciam o primeiro torneio de Deadlock na América Latina, que ocorrerá na segunda-feira (11), às 19h, de forma online. O evento contará com a participação de 4 equipes de influenciadores competindo por um título e uma premiação de R$10 mil, que será doada a uma instituição de caridade à escolha do vencedor. BetBoom e Red Bull apoiam a iniciativa.
Deadlock é um hero shooter que inova ao mesclar elementos de shooters e MOBAs. O jogo se destaca em um mercado já dominado por títulos como Counter Strike 2, VALORANT e Rainbow Six Siege, que enfatizam um gameplay tático e a cooperação de equipe. A rápida ascensão do jogo, mesmo em fase inicial de desenvolvimento, é um indicativo do potencial de sucesso. A Valve, desenvolvedora por trás de sucessos como Dota 2 e CS2, promete entregar mais um hit ao público gamer.
“O Deadlock é um jogo super promissor que combina elementos muito queridos no mundo dos games: MOBA e tiro em terceira pessoa. Estamos otimistas em explorar esse novo universo e muito felizes por já contar com grandes parceiros como a Red Bull e a BetBoom apoiando essa novidade”, comenta Gui Barbosa, diretor de parcerias da Gamers Club.
Yuri “Fly” Uchiyama, fundador da plataforma, destaca que a Gamers Club está sempre atenta a tendências e a formas de impactar positivamente seus usuários. “Pelo fato de gostarmos do jogo, surgiu a ideia de fazer um primeiro teste por meio de um campeonato e entender como a comunidade receberia essa notícia. Queremos que esse evento seja descontraído e que ajude a mostrar para a comunidade gamer que Deadlock é um jogo divertido”.
Para Igor Coelho, fundador do Grupo Flow, ecossistema de mídia digital, participar do primeiro torneio de Deadlock na América Latina é uma oportunidade para mostrar como o universo dos games está em constante evolução. “No Flow Games, estamos sempre buscando novas experiências para conectar e engajar a comunidade, e o Deadlock traz um potencial enorme para isso”, comenta. “Esse campeonato, além de criar um ambiente totalmente divertido, também traz a competição, o que deixa tudo muito mais emocionante, unindo a uma causa social”, finaliza.
Eventos
UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
Eventos
Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








