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Galaxy Z Flip3 5G é o smartphone perfeito para quem quer ficar na moda

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O Y2K está nas pautas das principais revistas de moda, sites especializados e nas redes sociais de celebridades e criadores de conteúdo. O estilo ganhou a atenção após os membros da Geração Z resgatarem itens dos anos 2000: jeans largos, óculos e acessórios coloridos voltaram para as ruas – e para as passarelas.

E para deixar o look ainda mais completo, os celulares com flip também estão de volta. O Galaxy Z Flip3 5G resgata o formato flip, popular durante os anos 2000, mas dessa vez com toda a tecnologia de ponta dos smartphones da atualidade.

A sigla Y2K, que significa year 2000 (anos 2000, em português), foi criada para se referir a um possível problema de programação que ameaçou os computadores na virada de 1999 para 2000 – o Bug do Milênio.

Agora, ressignificado, o termo ganhou força ao ser popularizado com a hashtag #y2k. Basta uma busca rápida para encontrar fotos e vídeos de looks que parecem ter saído dos filmes, séries e reality shows de vinte anos atrás.

Na moda com o Galaxy Z Flip3 5G

O Galaxy Z Flip3 5G traz o sentimento de nostalgia do Y2K sem deixar de lado o que há de mais tecnológico – tela dobrável, resistência a água1, câmera Ultra Wide, conexão 5G e, claro, muito estilo.

Graças ao tamanho compacto, design icônico e cores da moda, o Z Flip3 5G se destaca com facilidade dos demais smartphones, se tornando o smartphone perfeito para quem busca algo diferente do padrão.

Ele permite, por exemplo, criar looks cheios de estilo que podem, inclusive, combinar com os fones de ouvido sem fio Galaxy Buds2. Tudo isso torna o Z Flip3 5G em um verdadeiro marco da autoexpressão.

Disponível em quatro cores da moda – Creme, Verde, Violeta e Preto –, o design incrível do Galaxy Z Flip3 5G combina com qualquer que seja o seu estilo. Este é o smartphone que te permite se autoexpressar a sua maneira e com o seu estilo, sem precisar abrir mão das tecnologias de ponta sempre presentes nos dispositivos Samsung.

O smartphone ainda conta com uma série de acessórios estilosos, como as capas de silicone com argolas ou com cinta, capa de couro e ainda a super fina e moderna capa de Aramid, que deixam o design do aparelho ainda mais ousado, acrescentando praticidade à modernidade do dispositivo, além de garantir segurança e conforto na hora de utilizar o Galaxy Z Flip 3 5G.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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