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Free Free comemora aniversário com projeto “Eu Me Banco” e collab de moda com a marca eQlibri®

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Free Free comemora aniversário com projeto “Eu Me Banco” e collab de moda com a marca eQlibri®

Educação Financeira foi o tema escolhido pelo Free Free para comemorar seu aniversário de três anos. O projeto “Eu Me Banco” nasce para firmar o compromisso da plataforma de educação multidisciplinar e Instituto com a sua missão: trabalhar pela liberdade física, emocional e financeira de meninas e mulheres brasileiras através de iniciativas que aceleram a equidade de gênero, a inclusão e a transformação social. Celebrada no dia 26 de agosto, a comemoração ainda é marcada por ação em parceria com a marca eQlibri®, que, através do upcycling, produzirá jaquetas com a frase “Eu Me Banco”, bordada por mulheres de comunidades.

Ao longo desses três anos de vida, o Free Free, fundado e liderado por Yasmine McDougall Sterea, já impactou diretamente mais de 15 mil mulheres com mentorias, workshops, cursos de capacitação, encontros, entre outros formatos. Indiretamente, são mais de 20 milhões de pessoas afetadas pelas mais de 45 ações e parcerias com marcas e influenciadores desenvolvidas pelo Free Free. “É lindo ver um sonho se tornar realidade. Ver que o impacto está sendo muito maior do que esperávamos quando começamos. E ainda por cima, honrando a história de minha mãe e de minha filha nesse voo livre. Faz três anos que estamos atuando de forma transformadora na sociedade. Mudamos vidas. Salvamos vidas! Chegamos muito longe e temos certeza de que estamos só no começo”, conta Yasmine.

A campanha “Eu Me Banco” vem para dar continuidade à essa missão. Ela reúne projetos com o tema Educação Financeira para ajudar e incentivar mulheres a serem cada vez mais donas do seu dinheiro e de suas próprias vidas. Saber administrar, fazer planilhas de gastos, economizar com atitudes simples, guardar e investir são ferramentas importantes para que todas fiquem cada vez mais conscientes e livres. Pensando nisso, com o apoio de PepsiCo, o Free Free irá oferecer um ciclo educacional online de finanças, com 30 aulas e palestras, a partir do dia 30 de agosto. Com o valor de R$ 17,00, o usuário paga uma vez e tem acesso ao conteúdo todo. Essa taxa funciona de forma circular, já que o lucro é reinvestido na plataforma e na geração de novos conteúdos.

Além disso, para endossar e dar ainda mais projeção à campanha, o Free Free se une à eQlibri® para uma ação exclusiva que celebra a parceria de três anos entre a marca e o Instituto. Através de uma collab de moda, a frase “Eu Me Banco” foi bordada em jaquetas por onze mulheres integrantes da Cooperartban, localizada no povoado Barra Nova, em Alagoas. As etiquetas produzidas por 28 mulheres da Casa Santa Maria, em São Manuel, e finalizadas por Cristina Vasconcelos, de São Paulo. A iniciativa gera renda para dezenas de mulheres e toda a produção será realizada através do upcycling, sistema em que se utiliza peças descartadas ou sobras de tecidos para realizar novos produtos. “Um dos grandes pilares do Free Free é trazer a moda como ferramenta e forma de cura e libertação. Quando você veste algo simbólico, você mostra ao mundo suas crenças. Vestir o Eu Me Banco é se empoderar e querer que outras mulheres sintam essa potência também”, explica Yasmine.

Para a marca eQlibri®, essa iniciativa reforça ainda mais seu compromisso com o protagonismo feminino na sociedade ao amplificar os talentos, potencialidades e pluralidades de mulheres do nosso país. “Entendemos a importância de projetos como esse que servem como agentes de transformação e, por isso, temos orgulho da nossa parceria de três anos com o Free Free, valorizando e reconhecendo a força das mulheres”, comenta Cecília Dias, VP de Marketing na PepsiCo Brasil Alimentos.

Desde 2017, eQlibri® vem fortalecendo seu posicionamento com foco no protagonismo feminino, promovendo reflexões e gerando transformação através da atuação de forma consistente no apoio à diversidade, dando suporte às mulheres e possibilitando discussões em torno do tema.  “Cada vez mais, direcionamos nossos esforços de marca para parcerias como essa, que promovem impacto real e direto na liberdade e protagonismo feminino”, comenta Ruchelli Begnami, gerente de Marketing da marca de snacks eQlibri®. Em seu histórico de incentivo na libertação de padrões impostos pela sociedade, a marca lançou, neste ano, em comemoração ao Mês Internacional da Mulher, a campanha #MeGostoSemDesculpa para incentivar as mulheres a se autoafirmarem sem cobranças e sem pedidos de desculpas desnecessárias.

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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

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As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.

A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.

Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.

A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.

Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.

A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.

O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.

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Goleiro Vozinha capitaliza ‘hype’ da Copa 2026 e faz sua estreia no mercado de marketing de influência

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O goleiro Vozinha, um dos grandes nomes da surpreendente campanha de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, estendeu seu sucesso para muito além dos gramados. Após viralizar globalmente devido às suas atuações e ao seu carisma marcante, o atleta realizou sua primeira postagem publicitária nesta terça-feira, 30 de junho, em um vídeo focado no segmento de games de futebol. O movimento consolida o goleiro de 40 anos como um verdadeiro fenômeno midiático digital, acumulando uma audiência que já ultrapassa a marca de 17 milhões de seguidores em seu perfil oficial no Instagram.

Atualmente sem clube e ciente de que sua trajetória nos gramados se aproxima do fim devido à idade avançada, Vozinha encontra no ecossistema digital uma alternativa estratégica para estender sua relevância e faturamento. Contudo, o mercado publicitário levanta o questionamento: esse fenômeno das redes sociais é apenas um viral passageiro ou pode se estruturar como uma marca pessoal duradoura? Fabio Gonçalves, especialista em marketing de influência e diretor de talentos da agência Viral Nation, realizou uma análise sobre o futuro comercial do atleta.

De acordo com o especialista, o diferencial de Vozinha em relação a outros atletas do Mundial não reside apenas em sua performance técnica, mas na construção espontânea de um personagem que gera identificação popular imediata. “O hype, por si só, tem prazo de validade. O que pode tornar o caso do Vozinha duradouro é a capacidade de transformar esse momento de atenção em uma narrativa consistente. Ele virou um símbolo de carisma, história, identificação popular e um contexto muito forte, que é representar uma seleção que conquistou o mundo pela surpresa. Agora, para deixar de ser apenas um fenômeno passageiro, ele precisa ter estratégia e frequência, entendendo que audiência não é a mesma coisa que comunidade.”

O agente de influenciadores alerta que o erro mais comum de figuras que ganham projeção meteórica é tentar monetizar todas as oportunidades de forma desordenada, sem critérios de posicionamento. Para garantir longevidade, o goleiro precisará diversificar seus pilares de conteúdo — abordando bastidores do esporte, superação, a cultura de Cabo Verde e a rotina de atleta —, desvinculando sua imagem da dependência exclusiva do meme da Copa.

Embora o futebol de elite seja associado a salários astronômicos, essa não foi a realidade da carreira de Vozinha, que construiu sua trajetória fora das principais ligas do planeta. Por essa razão, a internet desenha-se como sua principal fonte de receita para o futuro, embora o retorno financeiro recorrente exija profissionalização. “Não é porque você ganhou milhões de seguidores que automaticamente diversas marcas vão te procurar. Seguidores abrem portas, mas o que gera dinheiro de forma recorrente é credibilidade, engajamento, consistência e capacidade de se conectar com marcas sem perder autenticidade. A primeira publi é um sinal de mercado, mas o próximo passo é provar que ele consegue manter interesse quando a Copa sair do centro das atenções”, pondera Gonçalves.

O grande trunfo comercial do cabo-verdiano é ter entrado na conversa pública de forma 100% orgânica. Marcas focadas em estratégias de live marketing e embaixadores buscam justamente personagens com essa capacidade nativa de gerar conexão emocional. O desafio central da equipe de gerenciamento do atleta será filtrar as propostas recebidas, recusando campanhas que possam desgastar sua imagem e focando em parcerias que façam sentido para o seu propósito de longo prazo, transformando a vitrine global do Mundial em uma nova e lucrativa fase profissional.

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