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Free Fire e Santander lançam promoção inédita para jogadores do game

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Antes de tudo, a Garena, desenvolvedora do Free Fire, anunciou o Santander Brasil como patrocinador oficial da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) na temporada 2021.

Desde já, a parceria é viabilizada pela eBrainz, consultoria de estratégia especializada no mundo gamer.

A princípio, a colaboração contará com ações repletas de benefícios para clientes Santander, como sorteios de até 2 milhões de diamantes, além de inserções publicitárias durante as partidas da Série A da LBFF 4.

“Para a gente não é um patrocínio apenas, é uma estratégia de negócios, uma aposta em um lugar que nenhum outro player do mercado financeiro foi. Tem a ver com inovação e ousadia. Escolhemos o jogo mais popular e democrático da atualidade para estrearmos no mundo dos games”, afirma Igor Puga, diretor de Marca e Marketing do Santander Brasil. Segundo ele, para se aproximar dos jovens, o Banco utilizará de soluções financeiras que testam a fidelidade desse público, como a pontuação dos cartões, e o SX, o PIX do Santander.

Nesse sentido, o primeiro incentivo já está disponível. Os participantes que se cadastrarem na promoção por meio do santander.com.br/freefire terão duas opções para conquistar mais diamantes no Free Fire.

Sendo que, uma é por meio de compras em cartões de crédito Santander: a cada gasto, o cliente ganhará um número da sorte para concorrer a dois sorteios de 1 milhão de diamantes.

Além disso, outra forma de conquistar mais diamantes é o SX: quem cadastrar o CPF e celular como chaves Pix na conta corrente do Santander ganhará 600 diamantes.

Ainda mais, mantendo as chaves cadastradas, quem fizer ao menos uma transação Pix mensalmente, terá direito a 50 diamantes por mês, chegando a até 1.200 diamantes ao longo de um ano.

A LBFF 4 começou no último dia 23, com transmissão ao vivo no YouTube, na BOOYAH!, plataforma de streaming da Garena. Além da Loading, rede multiplataforma voltada para entretenimento e cultura pop, com transmissão na TV aberta, fechada e simulcast.

Para a temporada de 2021, a LBFF terá R$ 2,4 milhões de premiação total, sendo o valor dividido entre as três etapas da competição durante o ano.

No ano de 2020, as partidas contabilizaram mais de 60 milhões de visualizações no YouTube, SporTV e BOOYAH. Dessa forma, houve um aumento de 107% em relação ao ano anterior.Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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