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Fortnite faturou 9 bilhões em somente dois anos

Com o andamento do julgamento entre Epic Games e Apple, diversas informações relevantes sobre as empresas que até então eram mantidas em sigilo. Dentre as informações pertinentes, está por exemplo, os dados sobre “Fortnite”, o principal game da publisher, incluindo todo o faturamento que o jogo rendeu para a empresa até o momento.
Os documentos financeiros que se tornaram públicos durante o processo, revelaram que o jogo rendeu mais de US$ 9 bilhões no total para a Epic em 2018 e 2019. Porém, o relatório não detalha quanto a Epic lucrou especificamente com o “Fortnite”, mas a empresa reportou um lucro de mais de US $ 5,5 bilhões no período.
Dessa forma, essa receita superou de longe qualquer outro negócio que a Epic administrava durante o período. Como por exemplo, “Rocket League”, game de futebol com carros como jogadores, que também é um dos destaques da desenvolvedora, que foi adquirido em 2019, e gerou US$ 108 milhões em receita em 2018 e 2019. ENquanto o Unreal Engine, motor gráfico da Epic, gerou receita de US$ 221 milhões. A loja online da Epic Games, por sua vez, lançada em 2018 faturou um total de US$ 235 milhões.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







