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Forbes e SingularityU Brazil lançam programa de desenvolvimento para líderes

Em uma iniciativa inédita, a Forbes e a SingularityU Brazil lançam o “Leading the Future”, programa de desenvolvimento para atuais e futuros líderes que desejam ser protagonistas da transformação diante dos novos contextos de mundo e mercado. As aulas online e assíncronas serão disponibilizadas a partir de 7 de março por meio da plataforma EAD. O curso contará também com lives conduzidas pelo CEO e publisher da Forbes Brasil, Antonio Camarotti, com experts do mercado.
O “Leading the Future” reúne o melhor das expertises da SingularityU Brazil e da Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo. Com uma metodologia dinâmica e prática, o curso vai instruir os profissionais e líderes através do entendimento sobre o impacto de tecnologias exponenciais, antecipando tendências e preparando-os para o futuro.
“O desenvolvimento econômico de um país está diretamente ligado à capacitação das pessoas que empreendem e trabalham nessa economia. Acredito que um dos nossos papéis como veículo de comunicação é poder contribuir de forma positiva nesse processo e a SingularityU sem dúvidas é um parceiro que preenche todos os requisitos de credibilidade, seriedade e inovação no ensino. Estamos muito felizes com a parceria e temos certeza que será um produto de muito sucesso”, diz Camarotti.
A Forbes chegou ao Brasil em agosto de 2012 seguindo o padrão editorial que fez da marca centenária sinônimo de credibilidade. A publicação traz os movimentos do mercado financeiro e do mundo corporativo, além das notícias mais relevantes do agronegócio e as tendências do mercado de luxo e de inovação e tecnologia para negócios.
Fundada em 2008 por Ray Kurzweil e Peter H. Diamandis, cujos programas são financiados por organizações como Google e Unicef, a Singularity University conta com certificação B-Corp, nasceu originalmente na sede do Research Park da Nasa e hoje se mantém no Vale do Silício. O Brasil foi escolhido para ser o primeiro Country Partner da SU na América Latina.
“O mundo corporativo continua em constante evolução e estar preparado para essas mudanças é imprescindível para as lideranças. Liderar não é um cargo, é uma atitude, por isso este programa é tão necessário e atual. E ter a Forbes com parceira trará uma visão ainda mais ampla e profunda de quem está por dentro das principais notícias e movimentos do mundo dos negócios”, reforça Reynaldo Gama, CEO da HSM e CO CEO da SingularityU Brazil.
O programa conta com sete módulos, que são divididos em vídeos, artigos e podcasts e abrange conhecimentos sob a ótica do “Human + Machine”. Entre os temas abordados estão liderança através do mindset e tecnologias exponenciais, compreender como propósito e liderança podem orientar a transformação e, por fim, aprender a pensar sobre o futuro sem usar as referências do passado. O lançamento oficial com início de matrículas será na segunda-feira (14/2). Para mais informações e inscrições acesse o site.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







