Empresa
Flamin’ Hot chega ao Brasil nas marcas Elma Chips em campanha com Anitta

Quem avisa, amigo é!! E a Anitta mandou avisar que esse será o verão mais “Flamin’ hot” de todos os tempos!
Durante todo o verão, Cheetos, Doritos, Lay’s, Ruffles e Torcida terão em seu portfólio o sabor picante Flamin’ Hot, antes internacional e agora nacional com lançamento digital estrelado pela cantora Anitta. Esta é a primeira vez que Elma Chips realiza o lançamento de um mesmo sabor entre marcas de peso para deixar o verão ainda mais quente, com ineditismo que promete experiências picantes e saborosas em cada snack.
A novidade FLAMIN’ HOT é uma das principais iniciativas da PepsiCo no Brasil. “Unimos a essa plataforma disruptiva o que os nossos consumidores buscam durante o verão – nosso principal período de vendas de snacks no país – que são experiências de sabores intensos atreladas a momentos de descontração”, comenta Pedro Goldfarb, diretor de marketing da PepsiCo Brasil. “Notamos inúmeras conversas sobre o assunto nas nossas redes sociais e Flamin’ Hot é uma das inovações comentadas e desejas pelo público. Por isso, nada melhor do que trazer esse sabor às marcas Elma Chips como grande aposta para o verão”, completa.
A campanha #QuemAvisaAmigoÉ, criada pela agência AlmapBBDO, é 100% digital e ilustra a hilária reação da Anitta ao provar o novo produto, além de avisar ao público sobre a experiência deliciosamente picante que os espera.
No filme principal, gravado em uma casa no Rio de Janeiro, a cantora aparece em situações engraçadas para refrescar-se, depois de saborear todo o calor de FLAMIN’ HOT. Ela corre para tomar um ar do ventilador mais próximo, coloca a cabeça no freezer da geladeira e até pula na piscina para aliviar a pimenta. No final, ainda manda o recado para o público: “Quem avisa amigo é!”. O vídeo e todos os conteúdos serão explorados em diferentes plataformas, convidando o público a experimentar essa grande novidade e participar da conversa nas redes sociais.
Como parte da estratégia de lançamento do produto, a marca enviou um “kit teaser” para criadores de conteúdos digitais e os desafiou a experimentar o novo sabor, que tem como principal característica sua essência apimentada. Uma embalagem de 3g, contendo apenas duas tortilhas de Doritos, chegou aos influenciadores com o aviso: É MELHOR NÃO SUBESTIMAR ESSA EMABALAGEM. A mensagem, em tom de brincadeira, teve como objetivo reforçar que mesmo duas tortilhas podem surpreender com tamanha “picância”. As reações foram as mais surpreendentes e engraçadas e podem ser conferidas nas redes sociais de Elma Chips (@elmachipsbrasil) e das marcas Cheetos (@cheetos_brasil), Doritos (@doritosbrasil), Lay’s (@laysnobrasil) e Ruffles (@ruffles.oficial). Confira a reação do Maurício Meirelles e Luba com o Flamin’ Hot:
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
Empresa
IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
Empresa
Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







