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Festival Teen Live Show 2021 faz sua edição mais interativa de todos os tempos

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Festival Teen Live Show 2021 faz sua edição mais interativa de todos os tempos

No dia 9 de outubro, um sábado, acontece a quarta edição do Festival Teen Live Show 2021, que assim como ano passado, volta com uma edição 100% digital e consolidado como a principal plataforma de promoção e valorização da música jovem no Brasil. Além disso, a programação comprova que o festival também se tornou o maior agregador de criadores de conteúdo digital em todas as suas expressões. Isso foi possível graças ao suporte de seus dois principais apoiadores, o YouTube, como parceiro estratégico, e o Instagram, que está patrocinando todo o festival.

“Com o YouTube e o Instagram, temos ao nosso lado, no Festival Teen Live Show 2021, as duas maiores plataformas de conteúdo digital do mundo. Apenas isso já seria motivo para esta ser a mais importante edição de todos os tempos. Além disso, é importante lembrar que esses artistas surgiram da internet, de plataformas como essas, e todo ano nosso line-up é escolhido pelo talento, mas também pela representatividade digital. E é no nosso palco onde acontece esse grande encontro de criadores, artistas e claro, os fãs que vão acompanhar tudo de casa”, conta Vitor Nunes, idealizador do evento e CEO da plataforma Festival Teen.

O Festival Teen hoje é o principal palco de oportunidade para conhecer o trabalho da nova geração da música brasileira e de criadores de conteúdo e influenciadores que ganham um espaço dedicado a eles. Desde a primeira edição, já foram mais de 30 grandes shows de nomes como como Iza, Luisa Sonza, Lexa, Pedro Sampaio, Vitão, Jão, Vitor Kley, Dani Russo, MC Kekel, FitDance, Carol e Vitória, BFF Girls, entre outros de uma lista cheia de grandes estrelas que se conectam com milhões de fãs espalhados por todo o Brasil.

Encerramento acontece com o Baile do Kond

Mais uma vez o funk tem um grande espaço no evento mostrando que o estilo alcançou uma qualidade que o transformou, com orgulho, em um símbolo da música brasileira dentro do universo pop. Por isso, o Festival Teen Live Show 2021 termina com uma grande festa que vai colocar o país inteiro para dançar, o “Baile do Kond”. No comando dessa farra estão MC Jottapê, já veterano do festival, MC M10 e Mila.

Contudo, o line up garante a animação do começo ao fim com muito pop, trap e good vibes em mais de oito horas de transmissão ao vivo na maior live e maior encontro da música adolescente do Brasil. Passam pelo palco Taby, Júlia Pimentel, Lucas Burgatti, Luiza Dam, Lucas Pretti, Pepê, Lais Bianchessi, Luli, Greg BBX e Mar Aberto.

João Guilherme faz sua estreia como apresentador

Um dos únicos nomes que marcaram presença no palco em todas as edições, João Guilherme terá uma nova experiência este ano como parte do squad de apresentadores. “Essa novidade, que mostra um novo lado de João como um content creator, simboliza muito bem uma geração plural em talentos, além do propósito e do formato que o festival vem assumindo dentro do universo digital”, destaca Nunes.

Este ano, liderando ao lado de João Guilherme, está Juju Franco, coroada ano passado a rainha do Festival Teen pelo Lucas Rangel. Completando o squad teremos o Lucas Burgatti, Pepê e Gu Paz no comando da transmissão ao vivo. Além deles, também estão as estreantes Becca Oliveira e Gigi Braggion, dupla que terá a responsabilidade de registrar tudo o que acontece nos bastidores para uma série de programas que serão exibidos nos dias posteriores ao evento.

Squad ganha a companhia de 26 embaixadores espalhados pelo país

Um dos grandes propósitos de toda a plataforma Festival Teen é criar um ambiente digital que seja inclusivo, abraçando a diversidade que existe na população brasileira, entre ela a diversidade cultural de um país continental. Por isso, foram eleitos 26 representantes de todos os estados do país.

“Estamos muito animados com essa novidade, nossos embaixadores Festival Teen participarão interagindo com a nossa audiência e nós temos uma surpresa para eles, uma disputa de engajamento e os três que criarem o maior buzz durante o festival entram para o nosso squad oficial e estarão presencialmente na edição do ano que vem”, revela o CEO.

Edição 2021 será a mais interativa de todos os tempos

Este ano, além de acompanhar os shows transmitidos ao vivo pelo canal oficial do Festival Teen no YouTube, os fãs poderão conferir tudo o que acontece nos bastidores em uma segunda tela exclusiva, transmitida diretamente pelo Instagram. No Instagram, além de acompanhar momentos divertidos do backstage, a audiência poderá participar ativamente da transmissão, através de enquetes para decidir o look de alguma atração ou até a próxima música que vai tocar.

Nesta mesma tela exclusiva também acontecerão os meet and greet surpresas, onde, a qualquer momento, uma das atrações do line up pode entrar ao vivo e convidar mais três internautas para um bate papo em vídeo.

E não é só isso que o Instagram preparou para surpreender os fãs. No ano passado, os membros do squad participaram deum divertidíssimo desafio de dublagem. Nesta edição, eles encaram um desafio inédito de Reels usando muita criatividade para criarem as suas próprias trends. Vence quem fizer o vídeo com mais repercussão entre os internautas que podem ajudar seus criadores favoritos curtindo, comentando e compartilhando.

 

Festival Teen Live Show 2021

www.festivalteen.com.br

Data: 9 de outubro de 2021 (sábado)

Horário: Transmissão ao vivo a partir das 11h, horário de Brasília.

Transmissão pelo YouTube: www.youtube.com/festivalteen

Segunda tela de transmissão (bastidores): www.instagram.com/festivalteen

Parceria estratégica: YouTube.

Patrocínio master: Instagram.

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Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

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A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.

Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.

O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.

Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.

Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”

Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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