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Festival digital gratuito da Welcome Tomorrow reunirá mais de 40 especialistas, artistas e executivos para discutir como será o mundo pós-pandemia

Em edição extra, totalmente online, o Festival Novo Mundo, que acontecerá entre 28 e 30 de abril, abordará a transformação que a crise atual traz e os novos hábitos que surgirão
A Welcome Tomorrow – festival que há oito anos debate o futuro das cidades – contará com uma edição extra, totalmente online e gratuita, por conta das crises social, econômica, política e de saúde pública provocadas pela pandemia do novo coronavírus. Chamado Festival Novo Mundo, a edição especial, realizada pela GL events, vai acontecer nos dias 28, 29 e 30 de abril, das 10h às 22h, e contará com blocos de apresentações, divididas em nove eixos: vida, negócios, trabalho, mobilidade, eventos, educação, liderança, comunicação e cidades.
Durante os três dias, haverá palestras, debates, intervenções artísticas e shows totalmente gratuitos. A programação conta com mais de 40 lideranças empresariais, artistas e especialistas em inovação, mobilidade, eduacação, comunicação, economia digital, recursos humanos, saúde, entre outros. Para mais informações e inscrição, acesse http://welcometomorrow.com.br/festivalnovomundo
Sob a batuta do fundador da Welcome Tomorrow, Flavio Tavares, que irá mediar os debates, o festival contará com três painéis em cada dia.
Programação do dia 28 de abril
– O Amanhã da Vida
Das 10h às 12h
No primeiro dia do evento, o primeiro bloco contará com show de abertura de Thiago Gonçalves, vocalista da Banda Coldplay Cover Brasil. Logo depois, Walter Longo, empreendedor digital, palestrante internacional e sócio-diretor da Unimark, abordará o tema “AC/DC – A vida antes e depois do corona”.
Na sequência, Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Albert Einstein; Jaime de Paula, CEO da Life’s Hub; Izabella Camargo, comunicadora e palestrante; e Murilo Gun, palestrante, comediante, professor de criatividade e fundador da Keep Learning School, vão conversar sobre “As lições da pandemia” que podemos ter.
Ainda sobre o tema, Murilo Gun volta a conversar juntamente com Renan Hannouche, empreendedor; Tania Mujica, instrutora de meditação, coach e analista comportamental; e Dante Freitas, professor, empreendedor e palestrante.
– O Amanhã dos Negócios
Das 15h às 17h
Com show de abertura de Rafinha, o segundo bloco terá como tema “O digital e suas novas oportunidades”, com a participação de Breno Mais, head of Product da Movile; João Kepler, partner da Bossa Nova Investimentos; e Carolina Sevciuc, diretora de Transformação Digital da Nestlé Brasil, que vão conversar o que muda e o que permanece na cultura digital no mundo pós-pandemia.
Já no tema “Dá tempo de parar para se reiventar”, Jurb, diretor geral de Fleet & Mobility da Edenred Brasil; Arthur Rufino, CEO da JR Diesel ; André Lahoz, diretor-geral da Jovem Pan; e Fabio Queiroz , presidente da Asserj, vão analisar como as empresas podem inovar mesmo em movimento.
– O Amanhã do Trabalho
Das 20h às 22h
No terceiro e último bloco do dia 28, a abertura será feita pela DJ Rivkah. Inicialmente, haverá a palestra de Maira Habimorad, diretora acadêmica e de inovação do IBMEC e sócia da Cia de Talentos, que vai abordar o tema “O trabalho não será mais o mesmo”.
Na sequência, sob o tema “Home office é só o começo”, Cidinha Fonseca , sócia-diretora da Humà Consultoria; Wagner Brenner, fundador e editor do Update or Die!; Marcelo Nóbrega, executivo de RH, investidor e conselheiro; e Ruy Shiozawa , CEO do GPTW Brasil, vão abordar como as mudanças por conta da pandemia vão impactar no modo de trabalhar.
Programação do dia 29 de abril
– O Amanhã da Mobilidade
Das 10h às 12h
No primeiro painel do dia 29 de abril, Alejandro Agag, presidente da Fórmula E, e Lucas di Grassi – Fundador do Zero Summit e piloto da Fórmula E, vão bater um papo sobre “O futuro com zero carbono”.
Depois da conversa, será a vez de Gil Giardelli, estudioso de Inovação e Economia Digital, fazer uma palestra sobre as principais inovações de mobilidade no mundo.
Por fim, sob o tema “Os impactos no movimento”, Silvia Barcik, diretora de Inclusão e Mobilidade Sustentável da Renault; Davi Miyake, diretor de Operações e Produto da 99; Claudia Sender, membro do Conselho de empresas como Telefônica e Gerdau; e Rodnei Bernardino, diretor de Negócios Veículos Itaú Unibanco, vão comentar quais caminhos e/ou desafios ficam expostos ao se refletir sobre o futuro da mobilidade.
– O Amanhã das Cidades
Das 15h às 17h
Para discutir o tema “As transformações na vida urbana”, Renato de Castro, expert em Cidades Inteligentes; Ana Carla Fonseca, diretora da Garimpo de Soluções; e Philip Yang, fundador do Instituto URBEM, vão falar quais transformações que uma pandemia, como essa que estamos vivendo, pode causar nas cidades.
O segundo tema a ser tratado é “Quando o invisível se torna visível”, com Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva; Celso Athayde, CEO da Favela Holding; e Gabriel Azevedo, vereador de Belo Horizonte. Eles vão comentar suas impressões sobre como a pandemia escancarou a desigualdade social no Brasil e o que pode ser feito para conter esse avanço.
– O Amanhã dos Eventos
Das 20h às 22h
O último painel do dia 29 terá show especial de abertura de Henry Vargas e Klauss Durães, com a Nova Era do Ilusionismo.
Dando seguimento, sob o tema “O evento além do evento”, Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para a América Latina; Damien Timperio, CEO da GL events no Brasil; e Artur Pereira, country manager do WebSummit, vão conversar sobre qual será o caminho de adaptação que os eventos terão que trilhar no mundo pós-pandemia.
Em seguida, Renato Leal, presidente da Weburn e CEO da Fitness Brasil; e Dennis Pena, CEO da Polo Palestrantes, dentro do tema “Evento como sinônimo de experiência”, vão expor como o digital pode ser um aliado dos eventos que buscam proporcionar experiência.
Programação do dia 30 de abril
– O isolamento é eficiente?
Das 9h às 10h
No último dia do festival, 30 de abril, a abertura contará com o conteúdo de destaque, no qual Isaac Ben-Israel, chefe da Agência Espacial de Israel; e Claudio Lottenberg, presidente do Conselho do Hospital Israelita Albert Einstein, vão dar suas impressões se o ‘lockdown’ realmente é eficaz durante a pandemia.
– O Amanhã da Liderança
Das 10h às 12h
Sob o tema “O propósito da liderança”, Laercio Albuquerque, presidente da Cisco Brasil; e Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, vão comentar qual é o propósito que move uma liderança.
Já sob o tema “Grandes líderes mudam vidas e negócios”, Pierre Mantovani, CEO da CCXP; e Guilherme Bellintani, presidente do Esporte Clube Bahia, conversarão sobre como ser um bom líder em tempos de tantas incertezas.
– O Amanhã da Educação
Das 15h às 17h
Com show de abertura de Rafinha, o segundo bloco terá como tema inicial “O aprendizado e a nova educação”, com a participação de Daniel Castanho, presidente do Conselho da Ânima Educação; Carlos Alberto Julio, co-fundador da Digital House; Felipe Anghinoni, fundador da Perestróika; e Agatha Arêas, VP de Learning Experience do Rock in Rio, para debaterem se a educação vai conseguir voltar ao “normal” no mundo pós-pandemia ou se o ensino tradicional nunca mais será o mesmo.
No segundo tema, “As habilidades do futuro são sensíveis”, Hendel Favarin, fundador da Conquer; Caroline Bucker, fundadora da Idealiza – Design Thinking e Estratégias de inovação; e Rosely Boschini, CEO da Editora Gente, a partir do pensamento de que, mais do que nunca, mostrou-se essencial o fortalecimento das soft skills, vão avaliar se elas serão determinantes para a sobrevivência profissional.
– O Amanhã da Comunicação
Das 20h às 22h
No terceiro e último painel do Festival Novo Mundo, no dia 30, após show de abertura da DJ Rivkah, Igor Puga, diretor de Marketing do Santander; Fabio Flaksberg, COO da Omiexperience; Eduardo Simon, CEO da DPZ&T; e Rapha Avellar, empreendedor serial e CEO Avellar Media, a partir do tema “O marketing em tempos de incerteza”, vão discutir o que é o marketing do futuro.
Já sob o tema “Comunicação e a era da influência”, André Fran, jornalista e diretor; Érico Borgo, consultor e uma das principais vozes da cultura geek do país; e Carol Cantelli, arquiteta e digital influencer, vão falar como alcançar e influenciar pessoas em tempos de tanta distração e boom de informações.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.
Eventos
UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.
Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.
O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:
Aula 1: Introdução e modelos de IA;
Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;
Aula 3: Elaboração de prompts;
Aula 4: Construção de agentes de IA.
Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.
Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.









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