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Felipe Titto estrela campanha da Chilli Beans com óculos que mudam de cor

A Chilli Beans acaba de lançar a coleção de verão Color Match. A marca usou a tecnologia somada ao design para produzir óculos e relógios que se adaptam e mudam de cor quando entram em contato com a luz solar ou com o calor. Felipe Titto foi escolhido para ser a cara da campanha em um filme que mostra o ator se multiplicando em espectros coloridos enquanto usa as armações exclusivas.
“A inovação e a ousadia no design fazem parte da história da nossa marca. Trouxemos uma tecnologia exclusiva para dialogar com a moda e o resultado foi uma coleção repleta de óculos lindos. O nosso cliente agora tem mais um motivo para curtir o verão em alto estilo”, afirma Caito Maia, CEO da Chilli Beans.
Os elementos fotossensíveis foram misturados à composição dos óculos. Com a incidência dos raios UV, as lentes ganham novas cores em questão de minutos. Em outros modelos, as hastes receberam uma exclusiva pintura termocrômica, pigmento que reage ao calor e cria um “efeito camaleão” nas peças, revelando uma nova cor. Já os relógios têm tratamento fotoluminescente e brilham no escuro, pois são feitos com uma substância responsável por irradiar a luz visível. Essa energização acontece quando o relógio é exposto por alguns minutos à uma fonte de luz, permitindo que o brilho aconteça por várias horas no escuro.
Além de ter o Felippe Titto estrelando a campanha, parte dos modelos foram assinadas pela musa do funk e parceira da Chilli Beans Ludmilla. São mais de 15 modelos entre óculos solar, grau e relógios com uma tecnologia única que variam entre R﹩249,98 e R﹩ 429,98.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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