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Facebook incentiva negócios liderados por mulheres com artistas latinas

Para ajudar a aumentar a visibilidade sobre a importância da valorização do empreendedorismo feminino, o Facebook lançou nesta segunda-feira (15) uma ação com ilustradoras do Brasil, Argentina e México, reconhecidas por usarem a arte para conscientizar sobre temas como igualdade racial e de gênero, resgate da identidade, independência e empoderamento femininos.
Com total independência sobre suas criações, as ilustradoras foram convidadas a usar o formato lambe-lambe para criar um manifesto de arte no Mês das Mulheres.
A ação integra o movimento #CompreDelas, iniciativa do Ela Faz História, programa oficial do Facebook para mulheres que empreendem.
O #CompreDelas é um movimento de transformação para apoiar negócios liderados por mulheres e defende que quem colabora com o sucesso dos negócios femininos gera renda para elas e suas famílias, e incentiva o maior poder de decisão no âmbito social e econômico, mais diversidade e mais possibilidades de desenvolvimento para toda a comunidade.
No Brasil, o Facebook conta com o Universa, a plataforma feminina do UOL, como parceiro de conteúdo. Além de co-transmitir os eventos de Educação e Boas Práticas em sua página no Facebook, o Universa vai compartilhar, ao longo do mês de março, histórias inspiradoras das empreendedoras em formato de texto e vídeos, como parte da coleção de notícias Mapa da Mina, no site e nas redes da marca.
Escolhidos por serem um formato de comunicação popular que resgata a memória afetiva de consumidores na América Latina, os lambe-lambes são uma declaração pública de oito ilustradoras: Ana Flavia (@affnana), Camila Rosa (@camixvx), Renata Dorea (@renatadore), SIL (@ilustrasil) e Thais Aguilera (@porthaisaguilera) no Brasil; Cely Húus (@celyhuus) no México; e Eugenia Mello (@eumiel) e Pepita Sandwich (@pepitasandwich) na Argentina.
Por meio do acesso à página da campanha #CompreDelas, que contém informações detalhadas sobre a iniciativa, artistas participantes e demais benefícios e conteúdos disponíveis a empreendedoras como parte da campanha, é possível realizar o download da ilustração em alta resolução para impressão (possibilitando até mesmo o emolduramento) e também no formato para compartilhamento nas redes sociais. Além disso, as artes também poderão ser usadas como stickers, gifs e filtros.
AS ILUSTRADORAS
O Facebook convidou oito mulheres incríveis para criar ilustrações exclusivas que convidam a população a refletir sobre a necessidade de valorizar o empreendedorismo feminino:
- Na Argentina
- Eugenia Mello
Nascida em Buenos Aires, Argentina, atualmente mora e desenha no Brooklyn, NY. A artista trabalha ilustrando para uma ampla gama de projetos, desde murais gráficos em grande escala até embalagens de bolso; de livros infantis ilustrados a arte conceitual premiada para jornais, revistas e portais online.
o Josefina Guarracino “Pepita Sandwich”
Nascida em Buenos Aires, além de ilustradora também é autora de quadrinhos. Publicou o “Diario de supervivencia” (Sudamericana, 2016) e “Las mujeres mueven montañas” (Lumen, 2019). É colaboradora semanal no The Lily News, do Washington Post. Vive e trabalha no Brooklyn, em Nova York. As mulheres e a nostalgia são suas maiores inspirações.
- No Brasil
- Camila Rosa
Nascida em Joinville (SC), começou sua trajetória como artista em 2010, no Coletivo Chá — um coletivo feminino de street art. Recentemente, como desdobramento do seu trabalho, tem pintado murais em grande escala. Em seu trabalho, busca abordar questões sociais e temáticas que considera importantes partindo sempre de uma perspectiva alternativa sobre o mundo.
o Thais Aguilera
Atua como designer gráfica e ilustradora e possui uma pesquisa de experimentação no universo da colagem e da dança contemporânea. Sua paixão é desenhar formas em conexão com o movimento.
o Ana Flávia
Ilustradoradesde 2018, produz arte desde de que se entende por gente. É estudante de licenciatura em artes visuais, mulher lésbica e, com apenas 23 anos, já chama atenção pelas mensagens importantes que transmite com sua arte.
o Renata Dorea
É uma ativista multidisciplinar afro-indígena. Formada em Artes e Design na Universidade Federal de Juiz de Fora, dialoga com as poéticas da descolonização por meio das artes visuais e urbanas, cyberativismo, teatro e audiovisual negros. Seu trabalho tem o foco em gerar protagonismo para mulheres negras via imagens que valorizam as memórias coletivas da população afro-diaspórica.
o Silvelena Gomes
Nascida em Fortaleza, atua com as múltiplas formas de representação do corpo preto nas telas, papéis e em outros corpos, por meio das colagens digitais, ilustrações e tatuagens.
- No México
- Celina Pérez “Cely Húus”
Nasceu em Colima, México. É designer gráfica e ilustradora, mulher nômade e adora a magia, a natureza e as histórias. Busca inspirar e empoderar outras mulheres com o seu trabalho, comunicando seus pensamentos, ideais e valores.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.








