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Faber-Castell traz de volta campanha de SuperSoft

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Em parceria com criadores de conteúdo, a Faber-Castell continua a desafiar a criatividade do público: é Foto ou Desenho? Os influenciadores Mateus Machado, Karol Stefanini, Carol Wang e Filipe Grimaldi recebem desenhos hiper-realistas e fotografias para brincar com suas audiências, que participam do desafio tentando identificar se as imagens são uma foto ou um desenho feito com os produtos da linha SuperSoft, da Faber-Castell. Com criação da agência DAVID, esta é a segunda vez que a marca traz a campanha “Foto ou Desenho?”, destacando a linha SuperSoft – a coleção é uma das principais da companhia, garantindo o efeito hiper-realista em desenhos e levando a criatividade a outro nível. Nessa nova fase, a marca dá continuidade ao sucesso da primeira edição da campanha que aconteceu em 2023, convidando o consumidor novamente a testar seu olhar por meio de novas imagens.

Com performance superior às linhas comuns, artistas, desenhistas, aprendizes e entusiastas podem exercitar sua criatividade com ilustrações feitas com SuperSoft, ganhando um nível de detalhes surpreendente, a ponto de serem confundidos com fotos. Trata-se de uma linha diferente em design, qualidade e performance. E para evidenciar essa característica única, a campanha terá como foco social media e criação de conteúdo digital no TikTok, Instagram, Youtube, Pinterest, X e Facebook com os influenciadores parceiros da marca.

Após publicações nos perfis oficiais de Faber-Castell, os quatro criadores de conteúdo continuarão a conversa em seus perfis, interagindo com os posts originais e convidando o público a conhecer não só as ilustrações como os EcoLápis de Cor, ideais para os desenhos hiper-realistas, que se destacam pela elegância do design, performance e a possibilidade de colorir tantos em papéis claros quanto escuros, fazendo com que os materiais sejam um dos mais desejáveis entre os consumidores. “Queremos divertir o público e mostrar que com os EcoLápis de Cor SuperSoft, elevamos a criatividade e os desenhos à perfeição”, afirma Flávia Giordano, diretora de marketing da Faber-Castell.

No total, a linha conta com mais de 30 produtos, divididos em seis categorias, entre elas lápis de cor e grafite, borracha, canetas e marca textos. “A demanda pelos produtos SuperSoft teve um crescimento enorme nos últimos anos, motivo pelo qual estamos sempre atualizando e trazendo o que há de mais inovador no mercado para o nosso portfólio”, complementa Flávia.

 

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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