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Faber-Castell convida artista para desenhar pessoas comuns em parque de São Paulo

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Dando continuidade à sua nova campanha institucional “Lente com Criatividade”, a Faber-Castell lança essa semana, a ação digital ‘Parque com Criatividade’. Em um filme animado e colorido, veiculado nas redes sociais oficiais da marca, o artista Leonardo Amaro desenha pessoas comuns enquanto relaxam ou praticam atividades em um parque de São Paulo. O objetivo é incentivar o público a olhar o mundo com mais criatividade, especialmente em atividades do cotidiano.

Criados pela agência David, os vídeos de 15 e 45 segundos foram captados no formato vertical para otimização das plataformas. Serão divulgados nas redes sociais da Faber-Castell (Instagram, Facebook, YouTube, Tik Tok), e apresentam a reação das pessoas ao receberem o desenho inspirado nelas. A ilustração, que poderia ser apenas um retrato de recordação, ganha um toque criativo e colorido a partir da utilização dos produtos da Faber-Castell. Para ação, foram utilizadas as canetas SuperSoft Pen com ponta de 1.mm e SuperSoft Brush, de ponta pincel.

“Para a ação ‘Parque com Criatividade’ a ideia foi mostrar que com um toque de criatividade, qualquer situação do cotidiano pode ganhar mais cor e alegria. É a oportunidade de convidar o público a enxergar o mundo de uma forma diferente e criativa”, comenta Flávia Giordano, diretora de marketing da Faber-Castell.

FICHA TÉCNICA

Agência: DAVID

Campanha: Reposicionamento – Com Criatividade

Cliente: Faber-Castell

Produto:

Global CCO: Pancho Cassis

Global COO: Sylvia Panico

Global PR Director:

Diretores de Criação Executivo: Edgard Gianesi, Renata Leão

Diretores de Criação: Guiga Giacomo

Criação: Tiago Embrizi, Rafael Barreiros

Atendimento: Tom Gil, Mavi Sobral

Produção: Fernanda Peixoto, Ana Marques, Mariana Marinho, Gabriela Chineze, Gustavo França, Amanda Santos.

Arte Final: Silvio Figueira, Victor Folha

Revisão: Ava Silva

Aprovação do cliente: Flavia Giordano, Marcelo Vecchi, Illana Roque, Deyse Lima

Produtora de Imagem: Sailor Studio

Diretor: Kalu Leite

Assistente de Direção 1: Flávia Carves

Assistente de Direção 2: Fernanda Fernandes

Produção Executiva: Leticia Cacace, Luccas Oliveira e Gustavo “GGA” Almeida

Direção de Produção: Nahara Teixeira

Assistente de Produção: Fernanda Fernandes

Produção: Wagner Ramos e Thiago Freire

Platô: Rodrigo Pedreira

Ass. Platô: Barba, Ricardo Neves

Direção de Fotografia: Reginaldo Luca

1 AC: Raphael Mariano

2 AC: Allan Lima

Chefe de elétrica: Adilson Sacramento Bahia

Assistentes de elétrica: Rafael Aparecido e Vitor Assis

GMA: Luiza de Castro

Vídeo Assist: João Santos

Contra Regra: Artur de Moura

Maquiadora: Brenda Boschetto

Ass. Maquiagem: Elissa Carvalho

Figurinista: Karina Kohatsu

Camareira: Fernanda Garcia

Produtor de Casting: Talita Lima

Ass. Casting: Larissa Brito e Francielle Roquetti

Equipamentos de câmera: Monster Cam

Equipamentos elétrica/maquinária: Cinevideo

Celular de cena: Maleta

Dolly: Júlio Gonçalves Garcia

Catering café: Marinalva Maria de Melo

Catering Almoço: Empório 56

Estrutura de produção: Casa do produtor

Motoboy: Job transporte

Carro de figurino: Rogério Amaral

Caminhão de produção/elétrica: Robson

Van de câmera: Celso Noboru Sunto

Diretor de pós produção: Luccas Oliveira, Gustavo “GGA” Almeida

Coordenador de pós produção: Luiz Alejandre “Ryan”

Editor: Reginaldo Luca

Diretor de Arte: Teidy Nakao

Shooting board: Teidy Nakao e Erik Oliveira

Ilustração: Leonardo Amaro, Teidy Nakao

Assistente de ilustração: Duba Rodrigues, Ana Luiza Primo

Animação 2D: Nathalia Ali, Ana Luiza Primo

Rotoscopia / Motion: Luan Carvalho, Alexandre Alves

Color Grading: Reginaldo Luca

Atendimento: Leticia Cacace

Elenco: Leo Amaro (Ilustrador), Maria Ida, Alisson Falconeres, Danielle Prestes, Laís Isikawa, Sebastião Galdino, Lara Paulaskas, Alana Campos, Rafael Aguiar, Renata Biscola, Igor Álef

 

Produtora de Som: Mr. Pink

Produção executiva de som: Chica Mauger e Guta Lima

Produtor Musical: Silvio Piesco, Henrique Racz e Gabriel Mielink

Engenheiro de som: Edilson Martins e Beto Freitas

Coordenação: Ana Cordeiro e Ligia Menegon

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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