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EXPO RETOMADA é confirmada como evento-teste na modalidade eventos de Negócios para o Estado de São Paulo

O Estado de São Paulo terá mais uma edição da EXPO RETOMADA, desta vez como um dos 10 eventos-teste oficiais anunciados pelo Governo do Estado. Programada para acontecer nos dias 21 e 22 de julho, das 11h às 17h, no Santos Convention Center, o novo centro de Convenções da cidade de Santos, a edição de 2021 da Expo Retomada espera receber 750 visitantes por dia – 1500 no total, com testagem obrigatória como um dos diferenciais da edição, além dos demais protocolos obrigatórios de segurança.
“A realização deste evento teste é fundamental para o setor de Eventos com foco na geração de Negócios, pois acreditamos que os eventos Business to Business (B2B) tem o DNA de serem indutores da economia e, se forem realizados com os devidos protocolos, gestão profissional e baseados na ciência, possuem risco zero “, afirmam os idealizadores do evento, Paulo Octávio Pereira de Almeida, managing partner da Live Marketing Consultoria, e Fernando Lummertz, fundador da Rede Feiras.
“Não é uma abertura, são eventos-teste para realizar um planejamento seguro para o segundo semestre, com responsabilidade e baseados na ciência e gestão de informações e protocolos”, enfatizou a Secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Patrícia Ellen, recentemente.
Os eventos-teste são eventos sugeridos pelo Governo do Estado de São Paulo para preparar um planejamento seguro para a real implementação do calendário de Feiras de Negócios e Congressos no segundo semestre de 2021. De acordo com as informações anunciadas, serão realizados 10 eventos de diversos formatos e focos durante o mês de julho, em todo o Estado de São Paulo. A EXPO RETOMADA será um deles, com foco na modalidade Evento de Negócios, que inclui os Congressos e as Feiras. Outros setores de eventos, como corporativos e sociais, terão seus próprios eventos-teste.
Todos os eventos-teste terão limitação de público, acesso controlado, cumprimento de protocolos e testagem rápida obrigatória para todos os participantes, incluindo os visitantes e todo o staff. Será realizado ainda um monitoramento nas duas semanas posteriores à realização dos eventos em parcerias com as Secretarias de Saúde Estadual e Municipal para obter informações sobre eventuais contágios dos participantes.
Ainda em 2020, a EXPO RETOMADA foi o primeiro evento em pavilhão a obter o alvará oficial de realização na cidade de São Paulo, em outubro, depois de oito meses de paralização total do mercado de Eventos durante a primeira onda da pandemia. Só na edição de São Paulo, foram 60 expositores, 100 marcas e cerca de 2.000 visitantes em horários escalonados em dois dias de evento.
“A EXPO RETOMADA é um evento sem fins lucrativos. Sua missão é disseminar que os eventos B2B são seguros se a obediência aos protocolos existentes – e agora atualizados – for cumprida à risca”, enfatizam os idealizadores.
O foco da EXPO RETOMADA 2021 será na aplicação e demonstração prática dos diversos protocolos sanitários que foram elaborados em parceria com Hospital das Clínicas da capital paulista e contou com o envolvimento de diversas associações do setor de Eventos, entre elas a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas e a contribuição de todas as associações realizadoras do evento (ABEOC nacional, ABRACE, Sindiprom e Ubrafe)
A EXPO RETOMADA 2021 terá realização da ABEOC Nacional – Associação Brasileira das Empresas de Eventos, ABRACE – Associação Brasileira de Cenografia e Estandes, Santos Visitors & Convention Bureau, SINDIPROM|SP – Sindicato das Empresas de Promoção, Organização e Montagem de Feiras, Congressos e Eventos do Estado de São Paulo, UBRAFE – União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios. Curadoria e organização: Live Marketing Consultoria e Rede Feiras. Comitê Gestão Biosegurança: ABNT, ABRALIMP – Associação Brasileira do Mercado de Limpeza Profissional e Secretarias de Saúde do Estado e Município de Santos. Apoio: AMPRO – Associação de Marketing Promocional / Live Marketing.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.
Eventos
UBRAFE e Sebrae lançam capacitação em inteligência artificial para o setor de feiras e eventos

A UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios), em uma parceria estratégica com o Sebrae, acaba de anunciar o lançamento do workshop online Inteligência Artificial Aplicada a Feiras e Eventos. A iniciativa é totalmente desenhada para a capacitação de profissionais das empresas associadas que buscam integrar as soluções de IA em suas estratégias macro, rotinas operacionais e processos de negócios, acelerando a transformação digital do mercado de Live Marketing e eventos corporativos.
Com uma grade curricular distribuída em quatro blocos de aulas virtuais e ao vivo, o treinamento abordará desde os conceitos fundamentais da inteligência artificial até as engrenagens de construção de agentes de IA. A proposta pedagógica preza por uma abordagem prática e totalmente customizada para as dores e a realidade logística do setor de feiras de negócios. O conteúdo foi modularizado para atender colaboradores de diferentes departamentos e níveis de senioridade técnica, oferecendo uma bússola estratégica sobre como utilizar a tecnologia para turbinar a produtividade interna, otimizar custos e escalar os resultados das organizações. As transmissões acontecerão nos dias 1º, 2, 6 e 7 de julho de 2026, sempre das 17h às 19h.
O cronograma de aprendizado foi estruturado da seguinte forma:
Aula 1: Introdução e modelos de IA;
Aula 2: Ferramentas e aplicações práticas;
Aula 3: Elaboração de prompts;
Aula 4: Construção de agentes de IA.
Indo além das tradicionais exposições teóricas, a capacitação agregará benefícios tangíveis de consultoria para as marcas participantes. O pacote inclui um diagnóstico de maturidade digital customizado, trazendo recomendações técnicas específicas para o ecossistema de cada empresa, além de duas sessões gratuitas de mentoria individual com o time de especialistas do Sebrae. O objetivo dessas sessões é sanar gargalos e orientar a implementação das ferramentas na prática pós-curso. “Os eventos presenciais continuam sendo uma das ferramentas mais poderosas para a criação e gestão de relacionamentos comerciais. Nesse cenário, a Inteligência Artificial surge como uma aliada estratégica, capaz de ampliar a eficiência operacional, otimizar processos e potencializar os resultados de toda a cadeia de eventos”, avalia Paulo Octávio Pereira de Almeida, conhecido no mercado como P.O., diretor executivo da UBRAFE.
Ao término da jornada educacional, as empresas e profissionais receberão uma certificação oficial chancelada pelo Sebrae, chancelando o ganho de competitividade e o preparo para as novas demandas de mercado. “A iniciativa reforça o compromisso da entidade em promover conhecimento, inovação e competitividade para o setor de feiras e eventos de negócios, estimulando a adoção de tecnologias que impulsionam a transformação digital das empresas”, pontua Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
O investimento para a inscrição é de R$ 800,00 por CNPJ, benefício exclusivo para o quadro de associados da UBRAFE. Cada organização parceira possui liberdade para inscrever o volume de colaboradores que julgar necessário para alinhar à sua estratégia interna de desenvolvimento. Como o foco prevê interatividade e acompanhamento consultivo, as vagas para o projeto são estritamente limitadas.








