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Ex-sócios do clube Have a Nice a Beer lançam o Bebelier

O ano de 2020 chegou para mudar definitivamente os hábitos de consumo. Nunca a compra online foi tão importante e valorizada. Entre todas as mudanças, o consumo de cerveja artesanal não diminuiu, pelo contrário, o isolamento fez aumentar em mais ou menos 800% o volume de pedidos de bebidas alcoólicas em empresas de e-commerce e delivery, segundo dados da Revista Exame.
Entendendo que existe uma demanda grande e buscando solucionar o problema dos altos preços praticados no mercado, Francisco Neto (Chico), Juliano Carone, Pedro Meneghetti (Menega) e Rafael Borges (Bordiox) criaram o Bebelier: uma plataforma online que vem para facilitar financeiramente o acesso dos consumidores a uma seleção de cervejas artesanais nacionais e importadas.
Pagando uma anuidade de R﹩250,00, que pode ser parcelada em 3 vezes de R﹩87,50, os Bebeliers poderão comprar as cervejas, quando e nas quantidades que quiserem, e pagarão apenas o seu preço de custo para recebê-las em casa. Quem optar por não pagar a anuidade também poderá comprar as cervejas da loja, mas pelo seu preço de mercado.
A ideia de criar o Bebelier surgiu no final de 2019, quando os sócios reuniram os conceitos de uma operação de “atacarejo” para aproximar ainda mais os consumidores de seus produtos favoritos, fazendo, então, o projeto tomar forma. “Quando começamos a estruturar o Bebelier chamamos o Juliano para juntar-se ao grupo tornando o protótipo ainda mais robusto colaborando no investimento e estrutura logística. Uma grande sinergia transformada em sociedade”, afirma Pedro.
Os responsáveis pelo novo negócio já carregam uma experiência importante no universo das artesanais. Em 2011, eles criaram o pioneiro Have a Nice Beer, clube que solidificou e impulsionou o cenário e consumo de cervejas artesanais no Brasil.
Adequada ao cenário atual da cerveja, a proposta do Bebelier é, também, contribuir para uma nova realidade dentro desse universo, participando ativamente de um processo de democratização.
“O Brasil todo será atendido pelo Bebelier que terá como foco tanto os iniciantes quanto os iniciados no universo das cervejas artesanais, atendendo não só aqueles que anseiam por recomendações certeiras para começar a formar e o seu próprio paladar mas também aqueles que já sabem o que querem mas estão cansados de pagar um caminhão de dinheiro para tomar cervejas boas” conta Francisco.
O Bebelier facilita o percurso pelo caminho sem volta que é conhecer e saborear cerveja de qualidade. Os interessados devem acessar soubebelier.com.br. Ao pagar a anuidade, já estarão disponíveis diversos rótulos com preços surpreendentes.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.









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