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Evento lança projeto “Protegi Teu Nome Por Amor”, celebração de 30 anos desde a morte de Cazuza

Iniciativa irá trazer, ainda em 2020, canções inéditas reunidas em álbum e em nova edição de antologia poética do cantor; evento foi realizado na sede da SUBA, em SP
O legado de Cazuza foi celebrado na noite desta terça-feira (10) no lançamento do projeto “Protegi Teu Nome Por Amor”, que homenageia o cantor 30 anos após sua morte. O evento, organizado pela agência SUBA em parceria com Rogério Flausino e Wilson Sideral, apresentou todas as etapas da celebração, que inclui um disco de inéditas com músicas criadas a partir de poemas do artista, sem contar a produção de um documentário e de um
podcast que resgatam a trajetória do artista.
O evento contou com um pocket show de Flausino e Wilson Sideral e exibiu, pela primeira vez, itens deixados pelo cantor como violão, máquina de escrever e duas camisetas. Com a presença de Lucinha Araújo, mãe do cantor, e artistas como Lucas Lima, Marco Luque, Felipe Andreoli, Fábio Brazza, Murilo Rosa e Lúcio Mauro Filho, o evento foi realizado na sede da SUBA, em São Paulo. A iniciativa, tocada pessoalmente por Flausino e pela agência, está à procura de captação para as próximas fases.
Foi o início de uma série de atividades para comemorar os 30 anos da ONG Sociedade Viva Cazuza, mantida no nome do cantor, todas ligadas ao projeto “Protegi Teu Nome Por Amor”, que inclui um álbum com letras inéditas, shows de tributo e outras atividades em homenagem a um dos artistas brasileiros mais impactantes das últimas décadas.
.Entre as atividades previstas para o primeiro semestre está o lançamento de canções do artista, com participações especiais de nomes como Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Alcione, Carlinhos Brown, Adriana Calcanhoto, Jota Quest, Seu Jorge, Bebel Gilberto, Xande de Pilares, Silva, Leoni, Baby do Brasil, além do próprio Flausino e Wilson Sideral. As canções lançadas serão musicadas a partir das letras dos poemas contidos no livro “Preciso Dizer Que Te Amo’, lançado em 2001.
Inspirado em um trecho de “Codinome Beija-Flor”, canção escrita por Cazuza, o nome do projeto alude à conservação da memória de um dos principais artistas brasileiro da segunda metade do século 20, referência do rock nacional na década de 1980 e um dos grandes letristas e compositores da época. Assumidamente bissexual, batia de frente contra o preconceito, numa época em que a homofobia e o machismo imperavam com mais força.
O projeto inclui, além do álbum, um show-tributo a ser realizado gratuitamente na praia de Ipanema, próximo ao Arpoador no Rio de Janeiro, série de podcasts e um documentário sobre a trajetória do cantor. Haverá ainda, no decorrer do projeto, o lançamento de uma edição atualizada de “Preciso Dizer que Te Amo”, livro-coletânea de letras e poemas de Cazuza, com fotos e textos inéditos.
Tendo crescido ao som das músicas de Cazuza ao lado do irmão Wilson Sideral, Rogério Flausino é um dos criadores do projeto, participando não só como artista mas também como entrevistador para o podcast “Faz Parte do Meu Show”, no qual o vocalista do Jota Quest irá conversar com pessoas que fizeram parte da vida do poeta.
“Nós já fizemos outros projetos de homenagem ao Cazuza no passado recente, mas este aqui é para eternizar mesmo a memória desse grande artista brasileiro”, afirma. “Vai ser um mergulho intenso na música que ele criou, nas frases, nos poemas, nas situações da vida dele, em tudo aquilo que nos leva até hoje a admirá-lo.”
Sinônimo de potência criativa e símbolo de lutas importantes, Cazuza representa ainda hoje valores que ultrapassam o universo musical. A participação da Suba no projeto se dá pela identificação estreita entre o legado do artista e a proposta de atuação da agência.
“Queremos resgatar todas as mensagens deixadas por Cazuza, em uma conversa de cultura e diversidade. Ao reunir gente do naipe do Flausino, do Caetano e Alcione, é para trazer também o legado da música brasileira. É um convite novo de resgate ao legado e inspirar todo esse pessoal que está vindo por aí. Será uma honra imensa trazer amplitude a esse novo repertório” afirma Fabiana Bruno, CEO da Suba.
Toda a renda arrecadada pelas diferentes fases do projeto será convertida à Sociedade Viva Cazuza. Fundada há três décadas pouco depois da morte de Cazuza pelo produtor João Araújo, pai do cantor, ao lado de Lucinha, a ONG é responsável por apoiar mensalmente cerca de 200 pessoas que convivem o HIV por meio de informação, assistência médica, lazer e educação. Complicações em decorrência da Aids levaram ao falecimento de Cazuza
em julho de 1990, época em que ainda se conhecia pouco sobre a síndrome clínica.
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








