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Estrella Galicia inicia novo capítulo de sua história no Brasil

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A Estrella Galicia, empresa familiar de origem espanhola, que carrega em seu DNA a sua independência e a valorização da cultura cervejeira há 118 anos, mergulha na sua própria história dando origem ao Movimento Big Craft, iniciativa com objetivo de fomentar o espírito artesano como uma visão de mundo para além do universo da cerveja. Tudo isso, por meio de uma tribo com integrantes que, independentemente do que fazem, compartilham os mesmos valores: o respeito ao tempo das coisas, a valorização das origens, e a busca pela excelência sem renunciar à essência daquilo que faz de cada ser humano e sua obra, únicos.

Diferente da maioria dos players do mercado brasileiro, a Estrella Galicia é uma cervejaria 100% familiar e independente, com uma história única e genuína ainda pouco conhecida por aqui. O que a torna ‘big’ (grande) é a sua própria história de uma família de artesãos de cerveja que preservam a sua raiz ‘craft’, perpetuando sua obra. O movimento Big Craft é um símbolo de expansão da marca da Galícia para o mundo sem perder as origens, como um legítimo artesão, seguindo princípios e valores inegociáveis.

Isto porque a Estrella Galicia se orgulha de sua história, que se inicia em 1906 com seu fundador – José Maria Rivera – um imigrante galego – que ultrapassou fronteiras perseguindo o sonho que se mantém vivo até hoje, geração após geração há mais de um século. A cerveja idealizada por ele cresceu e caiu no gosto das pessoas, não só pelo compromisso com a qualidade, mas também pela paixão por fazer cerveja.

“Agora chegou a hora dos brasileiros conhecerem esta e mais tantas outras histórias desconhecidas que revelam o valor intangível de um caminho autoral para um mundo que cada vez mais anseia por coisas autênticas. Não é sobre ser grande, é sobre a grandeza de ser quem se é. É nesta perspectiva da grandeza do espírito e do mindset artesão, independente do ofício, que nasce o Movimento Big Craft”, destaca Roberta Prado, CMO da Estrella Galicia Brasil.

O Movimento Big Craft representa a atitude de um artesão perante o mundo que irá ecoar junto aos brasileiros, por meio de uma tribo que se conecta naturalmente com sua essência a partir originalidade e espírito empreendedor.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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