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Estão deixando os fãs sonharem com o novo PlayStation 5?

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Acabou a brincadeira! A Sony anunciou oficialmente o novo PlayStation 5, nesta quarta-feira, 16, a data de lançamento e os preços equivalentes para os países europeus. Após sete anos, o novo console chega em um momento delicado para o mundo e para a categoria em si. Em meio a pandemia do novo coronavírus, a atenção e a pesquisa por games aumento com todo mundo em casa, e não foi só a Sony quem percebeu isso. 

No dia 9 de setembro, a Microsoft divulgou a data de lançamento e os preços do novo Xbox Series X, concorrente do novo PlayStation 5, e adivinha? A inicialização das vendas está confirmada para o dia 10 de novembro, mas já com a sua pré-venda marcada para o dia 22 de setembro. No Twitter, o preço divulgado para o novo console da Microsoft gira em torno de US$ 499 – aproximadamente R$ 2.644. 

A PlayStation realizou uma transmissão ao vivo, em seu canal do YouTube, com os showcases do novo console e, ao final, divulgou as datas e o preço do novo PlayStation. Nos Estados Unidos, Japão, Canadá, Austrália, México, Nova Zelândia e Coreia do Sul o PS5 chega no dia 12 de novembro (dois dias após o seu concorrente, lembra?). Para o Brasil e o resto do globo, o novo console só chegará uma semana depois, dia 19 de novembro.

Privilegiados ou não, sabemos que milhares de pessoas ficaram indecisas em qual console escolher, e que neste final de ano, o Papai Noel vai ter muito mais trabalho… ou não! O modelo ‘premium’ do PS5 com leitor Blu-Ray Ultra HD chegará por US$ 500, algo próximo a R$ 4.499, já a versão mais simples ‘Edição Digital’ terá um desconto de R$ 500. E em aspecto de pré-venda, a PlayStation saiu na frente e a partir de hoje, 17, já estarão disponíveis nas redes selecionadas.

Durante o evento, a Sony já adiantou que grandes títulos já estraão disponíveis logo no lançamento do console, como o novo Marvel’s Spider Man: Miles Morales, o Call of Duty: Black Ops Cold WarDemon’s Souls e Fortnite. Além de, diversos novos títulos, novas engines e apostas em jogos exclusivos, a Sony também pensa em como manter o seu favoritismo quando o assunto é venda, apesar de ter um console mais caro. 

Os preços dos jogos vão variar entre o preço convencional de R$ de 249,90 a R4 349,90, e a nova PS Plus Collection também será uma aposta para os jogos que marcaram a geração passada do PS4 e que terá a experiência prorrogada para os que adquirirem o novo console. Jogos como Batman Arkham Knight, Bloodborne, Fallout 4, God of War, Monster Hunter: World, Persona 5 já estão com o nome na lista! 

A Sony também veio forte em questões de acessórios e já acabou com os mistérios que envolviam os apetrechos que podem vir juntamente ao PS ou devem ser comprados separadamente. Por exemplo: 

A unidade do Controle sem fio – o novo DualSense – será encontrada por R$ 499;

O Headset sem fio PULSE 3D – que já vem com cancelamento de ruído e suporte para o áudio na terceira dimensão será encontrado por R$ 599; 

A Câmera HD – própria para streaming está por volta de R$ 449; 

E por último, a novidade da Sony, o Controle de Mídia – para navegar por filmes e serviços de streaming terá o valor de R$ 199. 

Então, se você pensa em comprar o novo PlayStation 5, fique de olho, economize e depois não diga que nós não avisamos, hein! Se você perdeu todos os títulos que já foram divulgados pela Sony.

Matéria publicada no portal de notícias ADNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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