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ESG passa a pautar a comunicação das empresas

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A gestão com foco em ESG (Environmental, Social and Governance) vem ganhando força no mercado nos últimos anos, principalmente como métrica para nortear boas práticas de negócios. Um levantamento feito pelo Google Trends ajuda a reforçar isso. O estudo mostrou que a busca pelo termo cresceu 1200% entre os anos de 2020 a 2022.  Esse aumento vem gerando uma  série de transformações em todos os setores da indústria, inclusive nas empresas que atendem grandes corporações, onde esse direcionamento dos negócios tornou-se imprescindível.

Nesse cenário, os principais aspectos observados quando se fala em ESG são os impactos ambientais e sociais da cadeia de negócios, as emissões de carbono, a gestão dos resíduos e rejeitos oriundos de determinada atividade, questões trabalhistas e de inclusão dos trabalhadores e a metodologia de contabilidade, dentre outras. Tudo isso ganha força dentro de um contexto em que grandes empresas têm suas ações listadas em bolsas de valores e há cobrança por parte de acionistas e fundos de investimentos por práticas que garantam a sobrevivência de uma empresa a longo prazo.

“O ESG é basicamente um conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança que vem sendo usada para guiar investimentos e escolhas de consumo focadas em sustentabilidade. Se você vem acompanhando as notícias do mercado, percebeu que essa sigla vem sendo cada vez mais citada e, que inclusive algumas empresas têm vinculado o bônus de seus executivos a essas metas” explicou Vinícius Ghise, CEO da Global AD, agência especializada em Digital Brand Reputation.

Implementar essa agenda não é mais um “modismo”, e ela também deixou de ser opção, esses compromissos tornaram-se um diferencial para empresas de qualquer porte. Um relatório feito pela Opinion Box revelou que 67% dos consumidores possuem o hábito de pesquisar as práticas de ESG das empresas antes de fazer compras. Diante desse cenário, as empresas têm corrido para demonstrar suas campanhas e projetos dentro do tema — e, por meio disso, conectarem-se ainda mais com seus clientes.

Hoje em dia quem não é sustentável já enfrenta dificuldades no mercado. Um levantamento realizado no ano de 2020 pela Global Marketing Trends, da Deloitte, mostrou que as empresas orientadas por esses propósitos obtêm maiores ganhos de participação de mercado e crescem em média três vezes mais rápido do que seus concorrentes, além de aumentar a força de trabalho e a satisfação do cliente.

Até mesmo o mercado investidor passou a ter no ESG um diferencial na escolha de seus investimentos. Vale lembrar que a Black Rock, uma das maiores gestoras de fundos de investimentos do mundo, anunciou que somente investirá em empresas com estratégia clara de economia neutra em carbono.

“Adotar uma agenda ESG é se preocupar além de suas vendas. Temos certeza que, cada vez, esse hábito estará presente na forma como os negócios são realizados, e cremos que nossas ações de hoje impactam fortemente no amanhã”, finalizou Ghise.

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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

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Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.

No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.

Avon, faz sua mágica

Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

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Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.

O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.

Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.

“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.

A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.

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