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Em seu quarto ‘BBB’, Seara vai aumentar a presença no reality

A Seara vai marcar presença na casa mais famosa do Brasil pelo quarto ano consecutivo. Reconhecida pela qualidade e versatilidade de seus produtos, a marca fará na edição de 2023 do ‘Big Brother Brasil’ seu maior investimento no reality. Como patrocinadora Big, a Seara prepara uma série de ações para criar conexões em tempo real com os consumidores ao longo do programa e estar cada vez mais presente na mesa dos brasileiros.
A Seara vai destacar no ‘BBB’ a qualidade e o sabor de seu amplo portfólio de produtos. “Nossa estratégia prevê estarmos na TV e nas redes sociais simultaneamente, para que possamos explorar o melhor dos dois mundos. Em 2023, a marca vai aumentar sua participação no programa, com ações que vão surpreender a todos, tanto quem está dentro da casa, como quem está fora. Somente um patrocínio dessa magnitude seria capaz de comportar o portfólio da marca”, destaca Tannia Fukuda Bruno, diretora de marketing da Seara.
Em sua quarta participação no ‘BBB’, a Seara levará para o reality a experiência das edições anteriores para chegar aos lares de cada vez mais brasileiros. No ‘BBB22’, a marca foi bastante citada nas redes sociais, levando a conexão com os espectadores também para o ambiente digital. Isso se transformou em recordes de conversão no e-commerce, além de conversas muito mais próximas com o público, novos e recorrentes consumidores da marca.
“Reações humanas acontecem todos os dias. A Seara é próxima aos consumidores e queremos reagir em tempo real. Enquanto marca, pretendemos nos apropriar ainda mais dos insights que vêm das interações entre os participantes do reality e o público nas diversas plataformas de mídia. Essas trocas são bons termômetros para entendermos a fundo as necessidades dos consumidores e nos aproximarmos deles”, explica Tannia. “Vemos o ‘Big Brother Brasil’ como um grande aliado, pois, por meio da experiência de estar no programa, conseguimos lapidar as demandas do público, inovar, e entregar um portfólio mais assertivo e completo”, finaliza a executiva.
Indo muito além de uma vitrine para as marcas, o ‘Big Brother Brasil’ se consolidou como uma poderosa plataforma de diálogo. Pensando nisso, Seara traz uma estratégia interligada com a veiculação do programa, movimentando diversas frentes de conteúdo para gerar interações dentro e fora da casa.
Todos os produtos da Seara apresentados no programa poderão ser encontrados nas principais redes varejistas e na Loja Seara (lojaseara.com.br), plataforma que funciona por geolocalização e atua com as principais redes de varejo e aplicativos de entrega.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








