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Em nova campanha, BB convida: ‘Já imaginou’ como será o novo incrível?

A pandemia chegou de forma repentina, alterou comportamentos, hábitos de consumo, mudou estilos de vida e transformou “o novo normal” no jargão do momento. Além disso, ela também adiou encontros, segurou um monte de abraços, obrigou boa parte da população a postergar seus sonhos e a frear novos projetos. Entretanto, como uma espécie de demanda reprimida, tudo isso vai acontecer, com as experiências, as conexões ainda mais conscientes e mais ricas. E é lá que o Banco do Brasil quer estar, como o banco que ajuda as pessoas e as empresas a realizarem as suas conquistas.
Com o mote “Já imaginou?”, a nova campanha do BB, criada pela WMcCann, estreou neste domingo, fazendo um convite para o público idealizar o seu novo sensacional, seu novo incrível e suas novas conquistas e possibilidades. Esse será o pontapé inicial de uma grande plataforma de comunicação que busca posicionar o banco de forma positiva e desejável.
O vídeo inaugural traz uma nova estética e uma nova linha visual, em comparação às propagandas anteriores. A ideia central é despertar o desejo do não cliente em fazer parte do Banco, ao mesmo tempo o sentimento de orgulho de quem já possui relacionamento com o BB. Afinal, eles têm o Banco do Brasil inteiro para ajudá-los a conquistar seus objetivos.
A campanha que nasce com apelo institucional vai ter desdobramentos na oferta de produtos PF e PJ, como abertura de contas, crédito e cartão, sempre direcionando o público aos canais digitais, como forma de preservar o atendimento físico neste período de pandemia.
Cláudia Kakinoff, diretora da Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, ressalta o propósito de mostrar o BB de maneira próxima e humana e a disposição dos brasileiros para acreditar e imaginar um futuro melhor: “Inauguramos uma nova linha visual nesta campanha, em que buscamos reforçar o papel relevante do BB na vida das pessoas, entendendo suas necessidades e oferecendo produtos que façam sentido para o atual momento das suas vidas – sempre de forma leve e otimista”, destaca. “É uma campanha de marca, mas também uma campanha para fazer negócios”, completa.
Comunicação robusta e constante
Até o fim de novembro, estão previstos novos vídeos específicos sobre produtos, com forte inserção na TV, no rádio, na internet e também em mídia externa, como outdoors e mobiliário urbano. Também estão previstos merchandisings na TV aberta, bem como ações com influenciadores digitais, inclusive com estratégias regionais.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







