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Em ação inédita, Estação Espacial Internacional recebe 1.000 cartas de amor

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Se é verdade que o amor não tem limites, uma ação inédita, que dura até o dia 1º de março, permitirá que pessoas façam as suas mensagens de amor viajarem para além dos limites da órbita terrestre. Isso porque o aplicativo de relacionamentos AdoteUmCara enviará 1.000 cartas de amor para o espaço. A ideia é que os românticos de plantão escrevam uma carta que viajará pelo espaço e que retornará à Terra repleta da magia do universo. No final dessa odisseia, a tão amada (e sortuda) pessoa destinatária receberá a mensagem na sua caixa de correio.

Cada carta viajará mais de 100 milhões de quilômetros pelo espaço – o equivalente a uma viagem de ida e volta do nosso planeta até Vênus, o planeta do amor.

O envio das cartas será realizado pelo foguete Falcon 9, da SpaceX, e está previsto para acontecer em novembro deste ano. O lançamento acontecerá no Cabo Canaveral, base espacial norte-americana de onde partiram os primeiros astronautas em direção à Lua, em 1969.

Durante a viagem, as cartas serão guardadas de uma forma bem particular, para protegê-las do ambiente espacial. Elas viajarão dentro de uma embalagem de 500 gramas, o que representa aproximadamente 0,002% da carga útil do foguete. Durante essa odisseia, o papel e a tinta das cartas devem receber raios ionizantes do sol e, por isso, poderão ser modificados, apresentando uma cor e estado únicos ao retornarem ao nosso planeta.

Após seis meses de estadia a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), as palavras de amor retornarão à Terra trazidas pela cápsula Dragon, que cairá no oceano Atlântico e será recuperada por uma equipe especial. Na sequência, as cartas serão, uma a uma, enviadas aos seus destinatários pelos correios.

Além de não causar danos ambientais por não gerar emissão de CO2, essa missão contribuirá com a pesquisa científica no espaço e o reabastecimento dos astronautas em órbita. Até hoje, 600 astronautas já viajaram pelo espaço. Mas, dentro de alguns meses, poderemos dizer que 1.000 cartas de amor fizeram o mesmo.

Como participar

A ação é aberta a todos e não é preciso abrir uma conta no AdoteUmCara para participar. Qualquer pessoa com mais de 18 anos pode enviar a sua carta por meio de uma plataforma dedicada para essa ação, no endereço adoteumcara.com.br/cosmic.

Os participantes poderão compartilhar as suas cartas cadastradas pelas redes sociais em busca do maior número possível de votos (pode ser de amigos, familiares e outras pessoas). Em seguida, um comitê de especialistas selecionará dentre as mensagens mais votadas as 1.000 que viajarão pelo espaço.

Fundado em Paris (na França) em 2007 e presente no Brasil desde dezembro de 2014, o AdoteUmCara é uma rede social descolada e divertida em que somente as mulheres podem começar a interação com os homens. Para iniciar uma conversa, elas devem puxar papo com eles ou, então, colocá-los no carrinho (como em uma compra online).

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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