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ELOOH nasce líder e integra as maiores empresas de OOH do Brasil

Fruto da união da Sinergy, empresa líder em mobiliário urbano no Sul, e a Favretto, uma referência em painéis no mercado nacional, a ELOOH inicia operação como uma potência regional no segmento de mídia exterior. A empresa assume sua posição entre as maiores do país e tem meta de ultrapassar 50% de share nos mercados locais, ampliando em 40% a sua presença no mercado nacional, em dois anos.
Com sede em São Paulo, a ELOOH conta com portfólio multiplataforma e é a única do país com ativos digitais de mídia exterior nos três estados do Sul. Possui inventário composto por mais de 5 mil faces, totalizando cerca de 100 mil² de espaços publicitários, que geram acima de 150 milhões de impactos potenciais por semana.
A nova empresa será liderada pelos sócios Eduardo Ferreira, presidente-fundador da Sinergy, e Janete e Juracy Favretto, sócios da Favretto, que formam o conselho, e a publicitária Luciana Schwartz, que assume como CEO da operação. Juntas, Favretto e Sinergy possuem uma carteira de clientes com centenas de anunciantes, entre grandes marcas globais, nacionais e regionais.
O empresário Eduardo Ferreira explica que a ELOOH se tornou possível graças às sinergias das duas empresas, que detêm profundo conhecimento da alma das ruas, acumulado ao longo de mais de 40 anos de atuação em OOH, somado aos constantes investimentos em inovação e com desenvolvimento de ativos exclusivos.
“O resultado dessa nossa união oferece ao mercado um inventário imbatível em termos de possibilidades para os potenciais clientes. Além da maior cobertura nos três estados, vamos contar com o talento estratégico da Luciana Schwartz e equipe que, em parceria com os nossos clientes, vão buscar as melhores práticas e soluções de mídia, conectando marcas com a audiência desejada, na hora certa”, comenta o empresário.
Os sócios Janete e Juracy Favretto acrescentam que as duas empresas são comprometidas com metas de sustentabilidade – reciclagem, redução de emissão de carbono e o respeito à diversidades, estão entre as prioridades – e com o embelezamento dos espaços públicos nas cidades, com arquitetura e paisagismo.
“Uma honra e um grande desafio integrar o time Elooh, fruto da união de duas empresas referências em mídia exterior no Sul, em um momento tão importante para o segmento de OOH que, além de ter se consolidado junto ao digital como o maior meio de consumo de mídia do país, está em plena expansão com digitalização de ativos e geração de dados para potencializar ainda mais seu impacto no dia a dia das marcas”, acrescenta Luciana Schwartz.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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UBRAFE celebra 40 anos com resgate histórico e reafirma o papel estratégico das feiras de negócios na economia brasileira

Em uma noite que uniu a tradição da Sala São Paulo ao dinamismo do setor de eventos, a UBRAFE (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) celebrou quatro décadas de atuação como pilar de sustentação do mercado de reuniões corporativas no país. O encontro reuniu um quórum de alta relevância, incluindo o CEO global da NürnbergMesse, Peter Otmann, além de representantes da Embratur, Visite São Paulo e da Secretaria de Cultura do Município, consolidando a entidade como o grande elo de conexão da indústria.
O ponto alto da solenidade foi o lançamento do livro comemorativo de 40 anos da entidade. A obra, inédita no mercado editorial brasileiro, sistematiza décadas de entrevistas, pesquisas e relatos que documentam a evolução do setor. Mais do que um registro histórico, a publicação homenageia os pioneiros que estruturaram o segmento e propõe uma análise prospectiva sobre inovação e os desafios da cadeia produtiva para as próximas décadas.
Para Paulo Ventura, presidente do conselho da UBRAFE, a trajetória da instituição é um reflexo da maturidade do mercado nacional. “Os 40 anos da UBRAFE mostram a força de um setor que conecta pessoas, gera negócios e impulsiona a economia. As feiras são, hoje, uma das plataformas mais eficientes de desenvolvimento econômico”, destacou o executivo durante seu discurso.
A noite também foi marcada por homenagens a figuras icônicas que moldaram o setor, como Armando Arruda Pereira, com mais de 30 anos de dedicação à entidade, além de lideranças como Toni Sando e Marcelo Freixo. Em sua fala, Freixo ressaltou o impacto direto do setor no fluxo internacional de visitantes. “No ano passado, o Brasil chegou a 9,3 milhões de turistas internacionais, sendo que a previsão era chegar em 8 milhões em 2028. O turismo é uma ferramenta da economia e não pode mais ser encarado apenas como lazer”, afirmou o presidente da Embratur.
O evento prestou ainda um reconhecimento formal aos ex-presidentes que pavimentaram o caminho da associação, reforçando a importância do networking e da união entre organizadores, centros de exposições e prestadores de serviços. A atmosfera de celebração foi coroada com uma apresentação da Orquestra Baccarelli, simbolizando a harmonia necessária para a execução de grandes projetos de negócios.
Encerrando as falas oficiais, Paulo Octávio Pereira de Almeida, o P.O., diretor executivo da UBRAFE, sintetizou o propósito da noite e da própria entidade. “As feiras de negócios conectam as pessoas e as marcas com as inovações. No evento dos 40 anos da UBRAFE conectamos os profissionais do setor com a memória afetiva da associação”, concluiu, sinalizando que o foco da organização agora se volta para os próximos 40 anos de inovação e representatividade.
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Setor de eventos projeta salto em segurança jurídica com a criação da inédita NR 39

O mercado de eventos no Brasil caminha para obter um reconhecimento regulatório condizente com sua complexidade operacional. A elaboração da NR 39, norma especificamente voltada às particularidades do setor, surge como um divisor de águas para organizadores, prestadores de serviços e toda a cadeia produtiva, que até então operava sob lacunas legislativas ou vinculada a normativas de outros segmentos, como o turismo.
A proposta da NR 39 é estruturar diretrizes que reflitam a realidade multifacetada da área, englobando desde casamentos e congressos até grandes festivais e eventos esportivos. O texto, que ainda está em fase de desenvolvimento, pretende estabelecer regras claras para o dimensionamento técnico de profissionais de segurança, planos de atendimento a emergências, integração entre equipes e padrões para instalações elétricas e trabalhos em altura.
Atualmente, o setor de eventos não possui reconhecimento formal como segmento econômico autônomo no ordenamento institucional brasileiro. Para Ricardo Dias, presidente da Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos), a discussão da norma enfrenta uma negligência histórica. “A discussão da NR 39 tem peso estratégico para o setor de eventos porque começa a enfrentar uma lacuna histórica. Estamos falando de uma atividade econômica complexa, com dinâmicas próprias, grande capacidade de geração de emprego e forte impacto em diferentes cadeias produtivas, mas que ainda não conta com um reconhecimento regulatório compatível com sua realidade”, analisa o executivo.
A construção do texto seguirá o modelo de validação tripartite, um processo que envolve representantes do poder público, dos trabalhadores e do setor empresarial. A Abrafesta terá papel central nesse diálogo, atuando como a voz das empresas para garantir que as exigências documentais e operacionais sejam aplicáveis ao cotidiano formal do mercado, sem inviabilizar a viabilidade econômica dos projetos.
A expectativa é que a implementação da NR 39 não apenas eleve os padrões de prevenção e saúde no trabalho, mas também funcione como um filtro de profissionalização. Ao estabelecer parâmetros rigorosos de compliance, a norma tende a fortalecer as empresas que já atuam em conformidade com as boas práticas, conferindo maior segurança jurídica para contratantes e fornecedores.
Para a Abrafesta, este é apenas o primeiro passo de um movimento maior de organização regulatória. A entidade avalia que a consolidação dessas bases sólidas abrirá caminho para futuras evoluções normativas, garantindo que a pujança econômica dos eventos seja, finalmente, acompanhada por um suporte institucional sólido e específico.








