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Elegância e estilo clássico ditam a moda do Galaxy Watch4 Classic e Galaxy Z Fold3 5G

Sua rotina atarefada certamente conta com o auxílio dos mais diversos dispositivos, mas não é incomum um gadget se adequar as suas necessidades, mas não à sua forma de se vestir.
Seu estilo clássico e elegante não precisa abrir mão de dispositivos modernos que não estão em sintonia com a sua maneira de se vestir e se expressar. A Samsung entende esta necessidade e por isso oferece dispositivos como o Galaxy Z Fold3 5G* e o Galaxy Watch4 Classic, que oferecem recursos pioneiros sem deixar seu estilo e elegância para trás.
O Galaxy Z Fold3 5G, por exemplo, conta com um display premium ininterrupto Infinity Flex de 7,6 polegadas1, o que o torna perfeito para utilizar vários aplicativos simultaneamente2 – você pode, por exemplo, realizar uma vídeochamada enquanto faz anotações na tela com sua S Pen3.
Ao mesmo tempo que o Galaxy Z Fold3 5G possui esta tela incrível enquanto aberto, ele pode ser fechado, mantendo um design discreto e elegante disponível em três cores clássicas: preto, prata e verde4, perfeito para combinar com ternos, casacos blazers. O smartphone também é mais leve, fino e resistente que seus antecessores, graças a sua construção feita com uma liga de alumínio mais forte.
E não se deixe enganar pelo design premium e atemporal do Galaxy Watch4 Classic que o assemelha a um relógio comum, pois ele é muito mais que isso.
O Galaxy Watch4 Classic é construído com uma coroa giratória utilizada para uma navegação de maneira mais prática na interface do sistema do do smartwatch, além de conferir ao relógio um visual de destaque e clássico. Mas o visual elegante vem acompanhado de tecnologia de ponta, já que ele é o primeiro da categoria a realizar o teste de composição corporal por meio da bioimpedância5.
E com a nova atualização da linha Watch4 que eleva o bem-estar holístico, os usuários do smartwatch vão encontrar melhorias, como um novo guia com programas para desenvolver um melhor hábito do sono, novas informações sobre como monitorar a composição corporal5, e o treinamento intervalado avançado, uma nova função para corredores e ciclistas que permite definir previamente a duração, a distância e o número de séries para um treino mais intenso e focado, com orientações do próprio Galaxy Watch4.
Esta nova atualização também permite novas maneiras de personalizar ainda mais o seu Galaxy Watch4. Disponibilizando novas opções de mostradores da interface do relógio, com mais cores e fontes de relógio digital, tornando o relógio mais personalizável e verdadeiramente seu, qualquer que seja o seu estilo.
Além de diversos mostradores ou Watch Faces para personalizar o dispositivo, o Galaxy Watch4 também está disponível nas cores preto e prata, ambas perfeitas para combinar com suas roupas e o seu Galaxy Z Fold3 5G. É a elegância que não abre mão da tecnologia.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







