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E-Summit Show 2021 terá a participação de Mauricio Meirelles

A contagem regressiva para a segunda edição do E-Summit Show já começou. O evento anual e cheio de experiências com os melhores e mais atuais players do mercado em marketing para redes sociais, contando seus cases de sucesso de forma descontraída, será no dia 10 de junho, das 10h às 18h. Em 2020, o evento contou com mais de 12 mil participantes durante 10 horas de transmissão (distribuídos em dois dias), 12 palestrantes, nove expositores e quase 33 mil acessos no site. Este ano, a experiência online inovadora, descolada e com inspiração nos anos 90, irá oferecer um mergulho no universo das redes sociais que vão do orkut e da internet discada para a rapidez do Twitter, as imagens e cenários do Instagram, a viralização do TikTok e a qualidade de áudio do ClubHouse.
Uma das novidades do E-Summit Show, que é realizado pela Etus, plataforma criada em Ribeirão Preto e que atualmente é referência na América Latina em gerenciamento de redes sociais, é que desta vez a programação acontecerá em três palcos simultâneos:
Palco Mundo: Com palestras de 40 minutos, ele visa promover a troca de experiências com ícones do marketing digital brasileiro. Será nele que serão revividos momentos marcantes dos anos 90 até os dias atuais, como se fosse um personagem do filme Máquina do Tempo. Durante o trajeto, os especialistas abordarão estratégias e ferramentas de comunicação, com várias dicas para ajudar a movimentar as redes.
Palco QG: Esse espaço terá como plano de fundo a Etus. Serão seis encontros, com mais de 10 nomes e uma valiosa troca de ideias.
Palco Podcast: Um meetup sobre tecnologia e um overview do que esperar em 2021.
Segundo Marcio Niasa, co-fundador e CMO da Etus, o E-Summit irá apostar em novas experiências para o público, desde a inscrição até o pós-evento. “Além de três palcos, palestrantes de peso, networking na plataforma, acesso a stands dos patrocinadores, grupo exclusivo no Telegram, sala sem moderação e muitas brincadeiras, música nos intervalos, haverá um happy hour com um grande show virtual”, diz.
O youtuber Mauricio Meirelles que também é publicitário de formação, redator, humorista, colunista e ex-CQC, está na lista dos mais de 50 palestrantes convidados. Outros nomes do mercado digital já estão confirmados:
Peter Jordan (criador de conteúdo e fundador do Ei, Nerd!)
Gilberto Mautner (Co-founder Locaweb)
Claudio Gora (Co-founder Locaweb)
Estevão Soares (autor, consultor e professor)
Igor Moraes (Inbound Marketing)
André Patrocinio (CEO Etus)
Thaís Negri (social media)
Maria Francisca (Participação internacional)
Marcelo Antonioli (Estratégias digitais)
Eduardo Soares (Formando pessoas no digital)
Matheus Ferreira (Editor-chefe GKPB)
Valter Azevedo (criador do método Social Media de Elite)
Valter Rito (Consultor e mentor digital)
“Convidamos os nomes que influenciam, com sua vivência e histórias de sucesso, para, assim, poder entregar um conteúdo que agregue na vida pessoal e profissional do público”, explica Niasa.
Os participantes vão encontrar no evento uma arquibancada online, sorteio de brindes e mensagens de vídeos, assim como uma feira de negócios virtual com as principais soluções do mercado. São três opções de ingresso: Vip que já estão esgotados, e Basic e Premium que estão com as últimas unidades disponíveis. As inscrições podem ser feitas por meio do site: https://esummit.show/#lgx-
Eventos
Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.
Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.
O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.
Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.
Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”
Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.
Eventos
Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.
Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.
Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.
No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.
O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.
Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.
Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.
O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.








