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Disney elege mulher como presidente pela primeira vez

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Susan Arnold, que é membro do conselho da Disney há 14 anos, sucederá Bob Iger no final deste ano. Ela foi executiva da empresa de investimento global Carlyle.

Iger, que deixou o cargo de presidente-executivo da Disney em 2020 após 15 anos no cargo, deixará a empresa no final deste mês.

“Ao assumir esta nova função como presidente do conselho, espero continuar a servir aos interesses de longo prazo dos acionistas da Disney e trabalhar em estreita colaboração com o CEO Bob Chapek à medida que ele desenvolve o legado secular de excelência criativa da empresa e inovação “, disse Arnold em um comunicado.

Ela também ocupou cargos seniores em algumas das maiores empresas da América.

Nos últimos oito anos, a Sra. Arnold foi executiva do Carlyle Group, tendo, anteriormente, ocupado cargos na gigante de bens de consumo Procter and Gamble e na rede de fast food McDonald’s.

“Susan é uma executiva incrivelmente estimada, cuja riqueza de experiência, integridade inabalável e opinião especializada têm sido inestimáveis ​​para a empresa desde que ela ingressou no Conselho em 2007”, disse Iger.

Sua nomeação ocorre em um momento em que grandes empresas estão se afastando de estruturas de gestão em que as funções de presidente e executivo-chefe são desempenhadas pela mesma pessoa, após pressão de especialistas em governança corporativa, investidores e, em alguns casos, reguladores para separar os dois cargos principais.

A saída de Iger marca o fim de uma era para a Disney, que ocupa uma função sênior na empresa desde 1996.

Em seu tempo como executivo-chefe, a Disney fez várias aquisições importantes, incluindo as da Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox. Em 2016, a empresa abriu seu primeiro parque temático e resort na China continental.

Vários outros executivos da Disney anunciaram planos de sair até o final deste ano, incluindo o chefe dos estúdios, Alan Horn, o presidente e diretor de criação da Disney Branded Television, Gary Marsh, e o conselheiro geral da empresa, Alan Braverman.

Texto traduzido do portal BBC News.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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