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Digitalização amplia negócios dos pequenos comerciantes

Durante a pandemia, a digitalização dos pequenos comércios foi essencial para manterem vivos os negócios. Os marketplaces cresceram e se especializaram com vendas através de plataformas simples de usar e que ajudaram os lojistas a se reinventarem e a expandirem sua atuação digital através do e-commerce.
Dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) apontam uma alta de 68% de todo o ecommerce no país em 2020. No caso dos pequenos lojistas, o comércio virtual não só sustentou os negócios como veio para ficar. É o caso da Sandra Quintas, 52 anos, que conseguiu ampliar o seu negócio no auge da primeira onda da pandemia, utilizando o ecossistema Wabi, que reúne quatro plataformas voltadas para as vendas dos pequenos comerciantes, especialmente aqueles que não estavam digitalizados antes da pandemia.
Uma parte do espaço do restaurante da empresária, o D’Forno, localizado no bairro Sacomã/Ipiranga, na Zona Sul de São Paulo, foi adaptado para vender produtos de mercearia. “Passamos a comercializar alimentos e bebidas industrializados através do aplicativo Wabi Casa, a plataforma de delivery que funciona similar ao Uber”, explica ela. No Wabi Casa, o consumidor entra no aplicativo, faz o pedido e o primeiro pequeno comércio da região que aceitar fica com a venda e a responsabilidade da entrega. O frete não é cobrado ao cliente.
Para Sandra, entrar para o aplicativo logo no início do isolamento social salvou o seu negócio. Em março deste ano, toda a sua família foi contaminada pela Covid-19 e alguns foram hospitalizados. “Neste momento, precisei fechar o restaurante, mas a mercearia continuou bombando. Wabi foi a minha única fonte de renda”, afirma ela, que chega a fazer de 60 a 70 entregas por dia, aumentando seu faturamento em 50% por mês.
No caso de Diego Barros, 40 anos, dono do mercadinho Irmãos Monteiro, localizado em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, suas vendas aumentaram mais de 50% depois que entrou para aplicativo Wabi Casa. Segundo ele, Wabi foi sua primeira experiência com o aplicativo – antes da pandemia ele nem sonhava com digitalização. “Deu muito certo. Hoje eu acompanho os pedidos e faço as entregas, já que o raio de entrega é de 1 km, tudo muito próximo. O app me entrega tudo mastigado, é mais do que eu esperava”, diz ele, que faz uma média de 900 entregas mensais.
A plataforma, impulsionada pela Coca-Cola, já chegou em 16 países e movimentou mais de R$ 24 milhões em vendas em 2020 no Brasil. Foram cerca de 562 mil pedidos de consumidores a estabelecimentos do Rio de Janeiro e São Paulo, que, por sua vez, fizeram 5,5 mil pedidos a 30 empresas atacadistas e distribuidores dos mesmos estados. Para 2021, Wabi quer multiplicar oito vezes seu faturamento.
Segundo Carla Papazian, gerente geral de Wabi no Brasil, uma outra plataforma do ecossistema, o Wabi2b, possibilita as vendas entre a indústria e os varejistas, evitando que se desloquem para compras presenciais. “Os lojistas têm a possibilidade de reabastecer seus estoques sem sair de suas lojas, inclusive aproveitar oportunidades de promoções. As condições oferecidas facilitam muito os micros e pequenos empreendedores de alimentos e bebidas”, completa ela.
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Twix e agência Fbiz oficializam conceito ‘Hat-Twix’ em nova fase de campanha voltada ao futebol

A marca de chocolates Twix, pertencente ao portfólio da Mars Snacking, anunciou o desdobramento da campanha “Dois é mais que um” voltado ao universo do futebol. Criada em parceria com a agência Fbiz, a iniciativa batizou a conquista de um jogador que marca dois gols na mesma partida como “Hat-Twix” — uma alusão bem-humorada ao termo hat-trick, tradicionalmente aplicado a três gols no mesmo jogo.
A comunicação tem início com um filme publicitário para ambiente digital (Instagram, TikTok e YouTube) estrelado pelo ex-jogador e criador de conteúdo Fred Guedes. A estratégia de amplificação apoia-se em parcerias de mídia e entretenimento esportivo com a plataforma de estatísticas 365Scores e o canal Flow Sport Club. O 365Scores enviará notificações push em tempo real aos usuários no momento exato em que ocorrer um “Hat-Twix” em partidas do calendário nacional, além de realizar cobertura in loco nos estádios. Já o Flow Sport Club promoverá edições do programa Várzea, lives de reação aos jogos e uma premiação especial no encerramento da temporada.
“A campanha ‘Dois é mais que um’ sempre buscou celebrar a indulgência e os bons momentos que ficam ainda melhores quando chegam em dose dupla. Levar essa conversa para o futebol nos permite conectar a essência de Twix® a um dos momentos mais marcantes de uma partida: o gol. Com o Hat-Twix, transformamos dois gols em um momento proprietário para a marca”, destaca Denise Door, diretora de marketing de chocolate, cookies e Parati na Mars Snacking.
“Partimos de ‘Dois é mais que um’ pensando em como levar o conceito da marca para a cultura. E, no Brasil, poucos assuntos falam com tanta gente quanto o futebol. O Hat-Twix nasceu daí, como um jeito simples e divertido de fazer o ‘dois’ entrar na conversa dos torcedores”, acrescenta Rodrigo Guimarães, vice-presidente de criação da Fbiz.
Com a ação, a Twix busca fincar presença na cultura esportiva e no ecossistema de conteúdo digital brasileiro, utilizando o futebol para reforçar a proposta de valor do produto vendido em duas barras.
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Mudança em convenções corporativas prioriza engajamento, personalização via IA e networking estratégico

As convenções corporativas estão passando por uma transformação estrutural, migrando de apresentações unilaterais e agendas densas em palcos principais para formatos com foco em participação, imersão e geração de conexões reais. O movimento reflete dados do estudo global The State of Events 2026, realizado pela EventsAir com mais de 380 profissionais do setor, que apontou que 74% dos executivos consideram o engajamento do público o principal indicador de sucesso em eventos presenciais, enquanto 39% indicam essa dinâmica como seu maior desafio operacional.
Atenta às mudanças do mercado de live marketing, a diretora de eventos e live marketing da Costa Brava, Fernanda Fernandes, aponta três tendências que passam a nortear o planejamento das convenções das companhias:
Menos plateia e mais participação: Substituição de palestrantes passivos por mecânicas imersivas, como workshops, votações simultâneas, ativações sensoriais e dinâmicas colaborativas.
Personalização impulsionada por inteligência artificial: Aplicação de IA nos bastidores para análise de perfis, criação de trilhas de conteúdo sob medida, assistentes virtuais e agendamento de reuniões, alinhado à pesquisa global da Hilton que revelou que 67% dos participantes acreditam no potencial da tecnologia para individualizar experiências.
Networking estruturado: Transição dos intervalos tradicionais de coffee break para abordagens planejadas de relacionamento, englobando mesas temáticas, programas de matchmaking por interesse, mentorias curtas e rodas de conversa direcionadas.
“Hoje, não basta reunir centenas de pessoas em um mesmo espaço e entregar conteúdo. Uma convenção precisa criar oportunidades reais de participação e conexão. O público quer entender por que está ali, fazer parte daquela experiência e sair do encontro com algo que faça sentido para sua relação com a empresa”, ressalta Fernanda Fernandes.
Com as novas abordagens, a Costa Brava reforça o papel estratégico dos eventos corporativos na construção de memória de marca, engajamento de equipes e alinhamento de diretrizes organizacionais.







