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Devassa lança filme com releitura de clássico da música brasileira

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Lançado no canal do Youtube de Devassa, o filme “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” celebra toda a criatividade que só o Brasil tem, com uma versão exclusiva de “Brasil Pandeiro”, dos Novos Baianos, na voz de IZA e num arranjo assinado pelos hitmakers Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos. Criado pelo HNK Lab e Grey, com produção da Stink Films e planejamento estratégico digital da iProspect, o trabalho foi filmado em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, para exaltar os elementos criativos culturais brasileiros em diferentes situações.

A parceria entre Iza e a marca vai além deste filme. A cantora participa da nova Campanha de Devassa, e tem o papel de reforçar a valorização da criatividade brasileir​a, unindo as referências da música popular com o que há de mais novo na tropicalidade do Brasil. Ela, uma das 100 personalidades Afrodescendentes Mais Influentes do Mundo em 2020, retrata melhor do que ninguém o novo momento de Devassa que valoriza a criatividade e diversidade da cultura e música nacional.


Ainda em 2020, a mais recente participação de Iza para a marca foi durante o Encontros Tropicais, uma noite histórica com a cantora acompanhada de Letieres Leite e da Orkestra Rumpilezz, no Museu du Ritmo, em Salvador, quando eles receberam convidados de várias gerações de artistas para um espetáculo de celebração da música brasileira ao lado de Mateus Aleluia, Margareth Menezes, BNegão, Carlinhos Brown, Larissa Luz, Lazzo Matumbi, Chico Correa e João Milet Meirelles. A apresentação também foi transmitida pelo Multishow e já ultrapassou a marca de 1 milhão e 200 mil visualizações no YouTube de Devassa.


“Brasil Pandeiro: Mix Tropical” foi dirigido por Douglas Bernardt. “Nesse filme tivemos a chance de explorar um dos aspectos mais essenciais do nosso povo: a criatividade. Uma força mágica que transforma cor, som, movimento e símbolos nessa cultura tão única”, conta o diretor. Para encantar o olhar, foram conectados diferentes núcleos narrativos com transições inteligentes e divertidas que resultaram num filme com energia pulsante, além de uma trilha marcante e ritmada. Bernardt, que já conquistou o primeiro Grand Prix de Entertainment for Music brasileiro no Cannes Lions, também têm seus filmes reconhecidos por importantes festivais de criatividade do mundo como D&AD, Clio Music, Young Director Awards, Kinsale Sharks, Camerimage e Ciclope Latino.


Em “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” a cantora IZA aparece ao lado de artistas e personalidades brasileiras reconhecidos por expressarem suas criações artísticas e criativas: Kadu dos Anjos, referência de empoderamento social e cultural em Belo Horizonte; a criadora de conteúdo de moda Luciellen Assis; a grafiteira e ativista Sista Katia; Luma Nascimento, especialista em afro-diversidade brasileira, o coletivo Afrobapho, formado por jovens negros LGBTIA+ da periferia de Salvador, entre outros.

A originalidade e a autenticidade do casting trouxe a diversidade criativa para as cenas. O contato próximo com os personagens se deu pela equipe local e reduzida, gerando verdade nas situações que compõem o filme como um todo. Um exemplo disso são as trançadeiras que exercem a profissão em suas vidas reais. Além de criativos locais, outra preocupação foi de contar com uma equipe de produção e criação diversa. Entre essas pessoas, estão mulheres à frente de cargos como direção de arte, assistentes de direção, produção executiva, coordenação de pós, produção de elenco e direção de produção.


Devassa segue apoiando microempreendedores locais e sua representatividade. Um exemplo é o figurino do filme “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” que foi assinado pelos stylists baianos Pedro Batalha e Hisan Silva, estilistas da Dendezeiro, e também por Vanessa Martinez. A união dessa equipe teve a intenção de trazer uma estética com personalidade e identidade local. As roupas produzidas carregam um propósito: oferecer oportunidade e visibilidade para pequenos empreendedores da moda sustentável local, sendo muitos deles estilistas negras e negros. Studio 64, Rayzes e a própria Dendezeiro, usadas na produção, são marcas de Salvador que utilizam do upcycling para reaproveitar materiais que iriam para o lixo, transformando-os em moda contemporânea. Outra parceria firmada com o figurino deste filme é a marca Dugueto, que reverte parte do lucro para projetos sociais em sua comunidade: o Nordeste de Amaralina.

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Nova campanha da Conta Simples usa nostalgia tóxica para decretar o fim do modelo de cartões corporativos tradicionais

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A Conta Simples acaba de colocar na rua sua nova campanha de marca, trazendo para o centro do debate uma dor que ainda afeta profundamente o ecossistema empresarial do país. Com uma abordagem criativa centrada no conceito de “nostalgia tóxica”, a ação posiciona o Cartão Inteligente como a principal alternativa para romper com o modelo corporativo tradicional, um sistema arcaico que ainda trava a operação financeira de 63% das empresas brasileiras. A estratégia de comunicação foi milimetricamente desenhada para escancarar o contraste entre o passado operacional e a inovação tecnológica, contrapondo o caos de um único cartão compartilhado à eficiência de uma ferramenta onde cada emissão já nasce com regras pré-definidas.

Essa distinção se reflete diretamente no dia a dia das organizações. No formato tradicional, o controle funciona apenas no papel, mas falha gravemente na prática, uma vez que a falta de travas embutidas permite que qualquer despesa seja efetuada, gerando surpresas desagradáveis quando a fatura chega. Em contrapartida, o Cartão Inteligente inverte completamente essa lógica. Cada dispositivo, seja físico ou digital, é configurado com limites específicos, categorias de compras permitidas e responsáveis definidos por equipe, projeto ou tipo de despesa. Caso um pagamento fuja das diretrizes estabelecidas, a transação é bloqueada instantaneamente. A consequência direta dessa automação é a redução drástica do retrabalho, o aumento da previsibilidade financeira e a extinção da burocracia dos reembolsos.

“O Cartão Inteligente não é apenas sobre oferecer crédito. É sobre dar autonomia com controle total antes mesmo do gasto acontecer. O modelo tradicional ainda depende de um único cartão compartilhado e de conferência depois do gasto. O que estamos propondo é uma mudança de lógica e a nova campanha foi construída para tornar esse contraste impossível de ignorar”, afirma Conrado Tourinho, CMO da Conta Simples.

Para traduzir esse posicionamento em imagens, a agência cccaramelo desenvolveu uma trilogia de filmes com estética cinematográfica marcante, utilizando o recurso de telas divididas para colocar os dois mundos lado a lado. No primeiro filme da série, intitulado “Vai e Volta”, a narrativa viaja até os anos 2000 para retratar o colapso de um escritório inteiro refém de um único cartão físico, desencadeando uma busca frenética e interminável via ligações telefônicas. O segundo episódio, “Telefone Sem Fio”, satiriza a falta de comunicação e o desencontro de informações sobre o paradeiro do cartão, resgatando plataformas da época como o MSN e o SMS. Fechando a trilogia, “Se Beber, Não Pague” exibe o choque de um gestor ao analisar o extrato financeiro após uma noite de excessos da equipe, repleta de gastos extravagantes em bares e limusines que o sistema antigo, sem travas prévias, foi incapaz de barrar.

Longe de ser apenas uma licença poética para o entretenimento, o caos retratado nas peças publicitárias é estritamente baseado em dados do mercado real. De acordo com a segunda edição do Panorama da Gestão de Despesas Corporativas, estudo realizado pela própria Conta Simples em parceria com a Visa, 58% das empresas nacionais ainda operam com apenas um ou dois cartões PJ centralizados. A estatística comprova que o enredo dos filmes não é uma ficção exagerada, mas sim o cotidiano operacional de mais da metade do mercado corporativo.

O lançamento da campanha reflete o momento de robustez da fintech. A Conta Simples alcança este patamar com um histórico de mais de 2 milhões de cartões emitidos ao longo de sua trajetória, tendo movimentado R$ 25 bilhões apenas no último ano. Além disso, a empresa registrou um crescimento expressivo de 140% na emissão de novos cartões no primeiro semestre de 2025, números que consolidam sua liderança na transformação do cartão corporativo em uma autêntica ferramenta de inteligência e gestão financeira.

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Ticket celebra 50 anos com foco em sua evolução tecnológica rumo à experiência 100% digital

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A Ticket acaba de dar o pontapé inicial nas comemorações de seu cinquentenário. Sob a assinatura institucional “Ticket: há 50 anos, evoluindo. Hoje, 100% digital”, a nova campanha publicitária resgata a trajetória histórica da companhia, reposicionando-a como uma logtech focada no futuro, na desmaterialização dos meios de pagamento e na experiência do usuário.

O filme principal da campanha utiliza uma narrativa visual fluida para ilustrar a evolução do setor. A produção percorre a transição dos antigos blocos de papel (os tradicionais “talões”) para os cartões magnéticos corporativos, culminando no ecossistema atual: o cartão 100% digital integrado a carteiras digitais (Apple Pay e Google Wallet) e plataformas de e-commerce. Para materializar essa jornada estética, a agência apostou em tecnologias de modelagem 3D e ferramentas de inteligência artificial.

“A campanha materializa a evolução da Ticket ao longo dos seus 50 anos. Saímos do talão em papel, avançamos para o cartão e hoje oferecemos uma experiência 100% digital, conectada às necessidades dos usuários e RHs. Mais do que acompanhar mudanças, nosso papel sempre foi liderar essa transformação”, destaca Danilo Teixeira, diretor de marketing da Ticket.

Desenvolvida pela Euphoria Creative, a campanha foca na agilidade de ativação do benefício no primeiro dia de trabalho do colaborador, reduzindo a burocracia logística para os departamentos de Recursos Humanos — território onde a Ticket ostenta o título de marca número 1 na preferência dos profissionais de gestão de pessoas.

“O desafio criativo foi traduzir essa transformação de forma tangível. A ideia foi dar forma a essa evolução de um jeito visual e quase físico, mostrando como a Ticket esteve presente em diferentes momentos da vida das pessoas. A linguagem do filme reforça essa passagem do analógico para o digital de maneira fluida e simbólica”, detalha Marcelo Rizério, cofundador e CCO da Euphoria Creative.

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